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Ainda há esperança para a Rare?

08/02/2012 às 15:11

dori_banj_09.02.12

Ainda hoje, não é difícil encontrarmos antigos fãs da Rare que choram as mudança por qual passou o estúdio desde a sua aquisição pela Microsoft e em um artigo muito interessante publicado pelo Eurogamer intitulado “Quem matou a Rare?”, alguns ex-funcionários da desenvolvedora, como Phil Tossell, que foi diretor de jogabilidade por lá até setembro de 2010, falaram sobre o assunto.

Penso que o que aconteceu com a Rare apenas reflete o que aconteceu na indústria no geral: equipes maiores, orçamentos maiores e riscos reduzidos. Neste sentido, acho que a Rare de hoje está em melhor posição para lidar com a demanda da indústria moderna de jogos. Foi sem dúvida um desafio para todos na Rare e tenho certeza que na Microsoft também, mas ultimamente penso que tenha sido necessário para a sobrevivência da Rare…

Você não pode comparar a velha e a nova Rare, porque a comparação não é mais válida do que comparar motores a vapor com trens-bala.

Já para Ed fries, ex-chefe da Microsoft Game Studios e um dos responsáveis pela aquisição da Rare, ainda há pessoas talentosas na desenvolvedora e cita o seu filho para ilustrar o raciocínio:

Meu filho de sete anos me acordou há alguns dias porque não estava encontrando o Banjo Kazooie: Nuts and Bolts. Como você pode imaginar, ele tem vários jogos para escolher em casa, mas era este que ele queria jogar. Aquele jogo, de todos os disponíveis. Isso me diz que ainda há alguma magia sobrando na Rare.

Este é um ótimo exemplo de uma aquisição que tinha boas chances de resultar em ótimos jogos devido a generosa injeção de dinheiro, mas que acabou sendo prejudicada pela filosofia dos novos donos e a menos que algo bastante diferente seja revelado daqui para frente, o jeito será nos contentarmos em ver o nome da Rare estampando novas versões de Kinect Sports e afins.

[via IndustryGamers e VG247]

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