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Smartphones, Tablets, form-factors... A busca continua.

07/10/2011 às 16:31

Mobiles

Ainda ando passando pela experiência de trocar o smartphone pelo Galaxy Tab 7", portanto, esse texto pode estar um bocado contaminado por minha súbita atração por telas grandes e uma visão pessoal de funcionalidade e sua aplicabilidade no dia-a-dia.

Ainda fazendo eco da opinião anterior que eu havia presumido, tenho apreciado bastante a mudança e o GT tem surpreendido-me de maneira bastante positiva.

Meu primeiro motivador foi o fato de querer responder mesmo, a partir de um ponto de vista totalmente pessoal e pragmático, à seguinte pergunta: o smartphone (qualquer um) com tela de 3" faz tudo o que eu preciso? Um sonoro, Não.

Aliás, corrigindo, tudo pode até fazer (e esse é o discurso do fabricante), mas não faz 'do modo' que mais me agrada e, invariavelmente, acabo caindo no tamanho da tela -- mas isso é pessoal. Portanto, me daria eu melhor com algo que não fosse gigante como um iPad? Era o que eu descobriria.

A verdade é que as telas menores, por mais retina-amoled-phodangers que sejam, começaram a me irritar. Para o bem da sanidade das minhas principais rotinas de trabalho, não uso um smartphone para ver filmes ou TV (para isso tenho um tablet), nem para navegações mais prolongadas na internet (para isso tenho um PC ou, de novo, um tablet) ou todas essas coisas geniais que vendem os fabricantes.

Na real, não me encontrei no formato do smartphone e ainda o vejo como um celular com benefícios. #porn-falei.

Veer

Se eu tivesse um HP Veer por exemplo, certamente o jogaria na parede. Sim, por várias razões... 🙂

A principal utilidade de um gadget para mim, a qual imagino poder ser possível para outras pessoas também (tirando early adotpers e media-junkies) é produzir conteúdo escrito, me organizar, gerenciar tarefas e times de trabalho e ser capaz de visualizar e editar breve e simplesmente imagens e vídeos. Quem sabe um VPN aqui e ali. Só.

Um tablet é grande demais, um smartphone de menos. Daí minha procura. Confesso que para mim o tamanho ideal de um smart-qq-coisa seria algo entre 5" e 5 1/2" polegadas. Nesse caso, tornaria-se algo realmente fácil de transportar e prático o bastante.

Samsung galaxy note 00

Por esta razão, tenho olhado com olhos muitos empáticos produtos como o Galaxy Note (que nem se imagina quando chega por estas bandas) e o novo HTC Sensation XL. Embora esteja ainda embutecido com a conduta de marmotagem da marca e só usaria novamente qualquer HTC se houvesse uma ROM customiza do XDA ou CyanogenMod, sem nada na surdina.

Já o HTC Sensation XL - de quem eu falo hoje e com nome forte para produtos de Sex Shop - parece acompanhar a tendência com a qual a Samsung também ressoa à favor: não tão trambolhos, não tão japoneses. O que particularmente eu acho que faz sentido, uma vez que a demanda do consumidor é mídia, de verdade mesmo, portátil. Ou seja, o prazer de ver um filme em über-HD em um smartphoninho é o mesmo que beijar a prima de aparelho. É bom, mas você não vai fazer direto. Quer dizer, só se ela crescer...

Acho muito for-fanboy entuchar milhares de super funções em dispositivos não tão longe assim de seus primos dumbphones, em tamanho, antes que sejamos atacados por uma manada surda de OSrs (o-assers), que saltitam só de ler S e tamanho na mesma sentença.

Esse próximo lançamento da HTC está mais voltado para audioholics e foca especialmente na qualidade de som e vídeo, procurando levar ao melhor nível possível a junção daquilo que oferece o último Gingerbread disponível, em combinação com uma versão do Sense UI escrita à mão para ele.

Acho ótimo que os fabricantes comecem a pensar em grupamentos de necessidades, ao invés de juntar tudo numa "coisinha" só. Obviamente, há um panorama de funções com as quais o consumidor já se habituou e não mais poderão deixar de existir em qualquer novo produto que seja lançado, pois já fazem parte do quotidiano de usuários de smartphones.

Entretanto, a medida que esses pequenos detalhes ou pontos focais vão sendo trabalhados, os aparelhos podem ganhar dimensões e propostas bastante interessantes.

Não sei se estou na contramão do comum, mas tenho me satisfeito ao entreter a idéia de trabalhar com um 'comunicador/organizador' um pouco maior que um smart e bem menor que um tablet. Tem sido uma experiência recompensadora em pontos que subvertem possíveis perdas menores.

E ainda é cedo para emitir algum parecer mais concreto, mas as especificações e o rápido hands-on do pessoal do GSMArena (vídeo) dão uma boa idéia de como se comporta o novo lançamento da HTC.

HTC SENSATION XL

  • Bandas:
    • GSM/GPRS/EDGE 850/900/1800/1900 MHz,
    • UMTS 850/900/2100 MHz,
    • HSDPA 14.4 Mbps, HSUPA 5.76 Mbps
  • Form factor:
    • Touchscreen - Barra
  • Dimensões:
    • 132.5 x 70.7 x 9.9 mm, 162.5 g
  • Display:
    • 4.7" 16M-color WVGA (480 x 800 pixels) S-LCD capacitive touchscreen; Gorilla glass
  • Plataforma:
    • 1.5 GHz Scorpion processor, Adreno 205 GPU, Qualcomm MSM 8255 Snapdragon chipset
  • RAM:
    • 768MB
  • OS:
    • Android 2.3.5 (Gingerbread)
  • Memória:
    • 16 GB storage (12.64GB user-accessible)
  • Câmera:
    • 8 megapixel auto-focus camera with face detection, touch focus and image stabilization; HD (720p) video recording at 30fps, dual LED flash, 1.3 megapixel front facing camera; 28mm f/2.2 lens
  • Conectividade:
    • Wi-Fi a/b/g/n, Wi-Fi hotspot, Bluetooth 3.0+HS, microUSB, GPS receiver com A-GPS, entrada de áudio 3.5mm, sintonizador nativo de Rádio FM
  • Traquitanas:
    • Sense 3.5 UI, melhoramentos via sistema Beats de áudio, novos headphones no pacote, bateria gigante de 1600mAh, acelerômetro e giroscópio built-in, input de dados via multi-touch, sensor de proximidade, o boot mais rápido da linha (segundo a HTC)

E abaixo, um vídeo:

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