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Shortmail força mensagens curtas para promover efetividade

Shortmail ajuda você a ser conciso em suas mensagens limitando o tamanho delas a 500 caracteres. Além dessa, traz outras inovações para o campo dos webmails.

11/07/2011 às 14:09

Dica do grande Augusto Campos e de todos que conseguem gerenciar email com efetividade:

"Seja breve. Não prejudique o seu conteúdo, mas se a mensagem puder ser lida sem rolar a tela, já está muito bom. Se não tiver mais que 10 linhas, melhor ainda."

Os webmails não são muito amigos dessa premissa. Oferecem espaço ilimitado para as mensagens, o que é válido já que nem sempre dá para resumir o assunto. Mas poderia fazer mais, como, por exemplo, trazer um contador de palavras.

Se nem com esse mantra na cabeça você consegue se controlar, que tal experimentar uma alternativa mais agressiva?

Shortmail é o nome de um webmail extremamente simples. Você faz login com sua conta do Twitter e dá de cara com o que parece ser um aplicativo de tablet. No topo tem um campo para busca (com suporte a voz para quem usa Chrome), à esquerda as pessoas com quem você se comunica e no centro as mensagens. No canto superior direito, o botão para criar mensagens.

Screenshot do Shortmail.

Visão geral do Shortmail. (Clique para ampliar)

Note que não há pastas ou qualquer outro mecanismo de organização. A exemplo do Facebook, o Shortmail utiliza os próprios contatos para organizar mensagens. O máximo que dá para fazer é definir a ordenação dos emails: ou mais novos no topo, ou ordem alfabética.

É na hora de responder e criar mensagens que o ShortMail justifica o nome. Todas as interações são limitadas a 500 caracteres. Para quem não se policia no tamanho dos emails e quer mudar, que seja na marra. E isso vale para seus contatos também: ao receber mensagens maiores que o limite do serviço, o remetente ganha um pedido para encurtar o papo e o email original fica retido numa espécie de quarentena.

Criação de mensagens no Shortmail.

Você tem 500 caracteres para descrever seu problema.

Não menos curioso também é a possibilidade de se manter conversações públicas por email. Como se vê, é um serviço bem... peculiar. E pretensioso, que se auto-proclama "a caixa de entrada definitiva".

No mais, talvez não seja o caso de escrevermos emails longos por achá-los mais bonitos ou informativos, mas por limitação mesmo. Muito antes de ser inventado, o polivalente francês Blaise Pascal explicou brilhantemente sua sina de longas cartas:

"Fiz essa carta mais longa que o normal porque não tinha tempo de fazê-la curta."

Via Lifehacker.

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