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A bioquímica cerebral-ecumênica do fanboy

Neuro-cientistas descobrem que Apple e outras grandes marcas capitalistas causam reações parecidas com a da religião em fãs fervorosos.

20/05/2011 às 8:53

Falemos agora por uns minutos de campos de distorção, seitas mercantis e da sua profunda predileção particular por ainda insistir que o inacreditável não existe, mesmo que ele lhe dê uma cotovelada no baço na fila de uma Pop Store qualquer da vida.

Se este inacreditável envolver níveis lisérgicos de consumo, um gadget profético e uma fruta, que te perdoem os deuses, mas é claro que existe, amigo leitor descrente.

Você pode até não acreditar, mas este é o cérebro de um fanboy... da Apple:

Applebrain

"RM do cérebro de Alex Brooks, do W.O.A., para a BBC"

Uma das primeiras disciplinas que estudei foi a psicologia do produto e de consumo. Há um predicado teórico que diz que se uma coisa ataca direta e profundamente um entre três elementos de resposta imediata no ser humano (coração, estômago ou bolso), é praticamente garantido que este algo será ativado, multiplicado e consumido por um grupo ao seu redor.

No caso da Apple, por exemplo, aparentemente os três são atacados ao mesmo tempo e a coisa parece atingir contornos literalmente religiosos. Neuro-cientistas a participar de um programa da BBC de Londres chamado "The Secrets of the Super Brands" comprovaram isso, avaliando o impacto no consumidor de criações de grandes marcas como a Apple, o Facebook e o Twitter em seu cotidiano.

Um número incontestável de pessoas apresentaram os mesmos sinais de exaltação e fervorosidade religiosa quando foram expostos a um iPad saindo novinho da caixa, diferentes logotipos da empresa ou então a frases, imagens, sons e situações associados à marca.

"Mizi fi... suncê num iPode sê tan ânsim nã não... U-hun!"

O cobaia-embaixador de um dos principais experimentos do programa foi o editor-chefe do website World of Apple, Alex Brooks, um fanboy com duplo F Capital carpado, reconhecidamente fanático por qualquer coisa que envolva a desgraça de Adão.

Tendo seu cérebro e feedbacks bioquímicos amplamente monitorados em testes, entre eles a ressonância magnética, as áreas ativadas no cérebro do jornalista foram precisamente as mesmas que aquelas de uma pessoa imersa profundamente em uma experiência religiosa. (Oy, Mala Faia?)

E como toda boa mala não "fáia", no que depender deles, as grandes marcas como a Apple ainda vão continuar dando em árvores e em todo canto...

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