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Ah, os meus pobres olhos...

Experimentos com câmeras que registram vídeos em alta definição e a velocidades lentíssimas são deslumbrantes para nossos pobres olhos.

15/05/2011 às 15:04

Tom Guilmette é um operador de câmera e diretor de fotografia de Boston (EUA) que trabalha para a indústria da mídia desportiva, cobrindo todo o tipo de evento, com todo o tipo de equipamento que você puder imaginar.

O olho humano sente-se muito bem com imagens transmitidas a uma média de 30 quadros por segundo (fps). A chamamos de "alta definição" e é possível capturar a maioria dos detalhes de uma sequência de imagens em movimento nessa velocidade.

Na verdade, é quase que o melhor que somos capazes de capturar.

Agora, o que aconteceria se nosso nervo óptico fosse capaz de refletir a luz dos objetos os enviando para o nosso sistema nervoso a uma velocidade de 2564 fps a uma resolução de 1080p?

O resultado seria igual ao da Phantom Flex High Speed Cinema, que ficou aprisionada com Guilmette em um quarto de hotel em Las Vegas após um dia de trabalho na cidade.

Como o cidadão não consegue dormir cedo, olha só o que ele aprontou na madrugada:

Não quero nem pensar no que seria possível enxergar então se meus olhos vissem o mundo do mesmo jeito que câmeras como as da Photron, que chegam a +20 mil fps e são utilizadas no programa Time Warp, da Discovery Channel.

Se você curtiu o trabalho dele, tem mais umas experiências com umas edições honestas e bem compostas no site do cabra.

E... não resisti. Vou sugerir mais um (abaixo), experimentando a Phantom Flex. Mal não faz né?

Afinal, depois dessa, é como se fôssemos cegos mesmo, que apenas acham que enxergam bem...

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