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vib-digo, Massageador USB Burocoma. OK, mas como?

18/04/2011 às 16:10

Uma cena clássica em Sex and the City (você sabe, aquela série sobre 3 prostitutas e a mãe delas) mostrava Samantha, conhecida pelos trekkers como Tenente Valeris indo em uma loja e confrontando o vendedor, que usava da mais descarada hipocrisia institucionalizada para vender objetos de cunho erótico (ou objetos eróticos para o cunho) como… massageadores.

Parece haver uma epidemia de torcicolo, e biólogos marinhos especializados em fauna abissal estão dando consultoria para projetistas de massageadores.

Dito isso, penso na imaginação desses projetistas. Vejam por exemplo o Burocoma:

burocoma

O bicho é vendido como um “massageador”, é alimentado por duas pilhas ou por uma porta USB. Recomenda-se pilhas, fios só atrapalham, a não ser que seja uma situação de bondage, aí um “massageador” é meio fora de propósito. A não ser que seja uma porcaria chinesa que dê choque sem-querer. Não que esteja dizendo que não é.

A minha dúvida é que… não faz sentido. Claro, geeks não somos muito familiarizados com a anatomia feminina, mas já tive algumas experiências, inclusive 3D (thanks James Cameron!) e… não encaixa.

Esse negócio parece um banquinho. Eu imagino uma usuária normal tirando da caixa, vendo o manual (em japonês) sem ilustrações e tentando juntar o côncavo ao convexo.

No mínimo seria divertido de assistir. Será que tem no RedTube?

Fonte: Akihabara News

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