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O amadurecimento do Instant Messaging

14/08/2006 às 4:52

Uso instant messaging (ou mensagens instantâneas) desde quando saiu o primeiro ICQ, que realmente foi uma revolução na maneira como as pessoas se comunicam.

Desde o início, boa parte das pessoas com quem converso raramente ficam no status "online", pois preferem ficar "invisíveis" para não serem incomodadas. Durante alguns anos eu também fiz isto, porém passei a perceber que tal atitude é bastante contra-produtiva, afinal se todos ficarem "invisíveis", o propósito de estar em uma rede de mensagens instantâneas está perdido.

Mais recentemente, passei a estar mais tempo online, e passei a adotar uma estratégia diferente: sempre que estiver online, estar com o status "online". No início devo confessar que algumas pessoas ao me verem online queria simplesmente jogar conversa fora, mas com o tempo somente quem tinha algo específico para discutir entravam em contato. E agora fico online e acessível a meus contatos na maioria do tempo.

O contrário também vale. Um status "busy/ocupado" deve ser respeitado, e de fato eu não lembro a última vez que alguem me interrompeu com este status.

Estar online e disponível aumentou signficativamente minha produtividade, pois quem tem assuntos que devem ser discutidos imediatamente entram em contato comigo via IM. As pessoas perceberam que o fato de eu estar online não quer dizer que eu queira jogar papo fora. Passei a usar primariamente o MSN, onde a maioria de meus contatos estão, mas estou usando também o Google Talk, que está cada vez mais presente. Ao invés de rodar cada cliente separadamente, uso somente um cliente que agrega todos estes protocolos (Adium no Mac, Psi no Windows e Meebo quando em outras máquinas).

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