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TweetDeck Web marca a ruptura do famoso cliente para Twitter com o AIR, da Adobe

Beta do TweetDeck Web é o ótimo web app do Chrome que será estendido para os demais navegadores. Tá afim de testar? Cadastre-se!

08/04/2011 às 15:29

Um dos poucos web apps da Chrome Web Store que são, realmente, web apps, e não simples atalhos para sites já estabelecidos, o TweetDeck for Chrome caiu na graça de muitos — inclusive desse que aqui escreve.

Rápido, leve, com notificações no desktop e sonoras, múltiplas colunas e suporte a outras redes além do Twitter (Facebook, Google Buzz e foursquare), não há muito sobre o que reclamar do app. Seria perfeito se tivesse uma opção de "mute", como o Seesmic Web, ou ainda indicadores de mensagens não lidas, mas do jeito que está, já é bem legal.

Quem não usa o Chrome, porém, fica a ver navios já que, por enquanto, essa versão especial do TweetDeck, feita totalmente com HTML5, é exclusivo do navegador da Google. Essa história parece prestes a mudar, e radicalmente, em breve: os desenvolvedores estão procurando por beta testers do que chama TweetDeck Web.

TweetDeck Web: agora em qualquer navegador!

TweetDeck Web: agora em qualquer navegador!

A ideia central é expandir a experiência do Chrome para outros navegadores. O produto final deve ser muito semelhante ao web app exclusivo do Chrome, com a única diferença de não contar com o streaming do Twitter — embora nebulosa, acredito que diga respeito à atualização em tempo real da timeline.

Nessa primeira fase, o foco são os navegadores Chrome, Firefox 3.6 e 4, e Safari. Posteriormente, darão atenção ao Opera e ao Internet Explorer 9. Qualquer um pode se candidatar a ser beta tester, basta clicar aqui e preencher o formulário ou, caso tenha uma conta no TweetDeck, entrar com suas credenciais.

Por muito tempo clientes em Adobe AIR, como é o caso do TweetDeck, foram regra no universo do Twitter em sistemas desktop. Esse cenário começa a mudar, e isso é bom: HTML5 é mais acessível e consome menos recursos, mantendo todas as características das soluções mais restritas. O tom do post-anúncio é de que essa versão será transformada no carro-chefe da empresa, ao lado dos clientes móveis. AIR? Para desespero da Adobe (e, aparentemente, só dela), parece que ficará no passado...

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