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THQ quer lucrar com comércio de usados

CEO da companhia diz que foco não está em combater os jogos usados, mas aprender a lucrar com eles.

18/03/2011 às 10:15

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Depois da pirataria, não há nada de que a indústria de videogames reclame mais do que do comércio de jogos usados. De tempos em tempos surge algum funcionário de uma grande empresa para dizer que ambas as práticas são semelhantes, já que nelas a fabricante não lucra nada e a THQ é uma das que mais tem tentando fazer com que os consumidores não revendam seus jogos, mas para tentar não ficar com uma imagem ruim perante as pessoas que não veem problema nesta prática, o CEO Brian Farrell afirmou que eles não pretendem acabar com o comércio de jogos usado, apenas lucrar com ele.

A coisa mais importante é que temos de participar do modelo de negócios dos jogos usados. Entendemos, dado o nosso foco no jogador, que os consumidores gostam de rentabilizar sua biblioteca de jogos. Então esse é um ecossistema entre as editoras, o jogador e a revenda que deve ser resolvido entre eles mesmos… A grande vitória é manter nossos jogadores comprometidos com DLCs e partidas online robustas e isso fará com que os discos continuem nas mãos dos compradores.

Eu já declarei anteriormente não ser totalmente contra a utilização de códigos para habilitar as porções online dos games, algo que a THQ e a EA tem feito em alguns de seus lançamentos e que impede que o comprador de segunda mão consiga jogar pela internet, mas de fato, para mim a chave para fazer com que as pessoas não vendam seus games parece estar mesmo na venda de conteúdo extra por download e nos modos multiplayer. Basta ver o preço cobrado por uma cópia usada do Call of Duty ou Halo, mesmo vários meses após o lançamento, para ver que as pessoas não costumam se desfazer desses títulos.

[via MCV]

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