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Celulares diagnosticando DSTs

Pesquisadores desenvolvem módulo que realiza exames laboratoriais de doenças sexualmente transmissíveis através de um celular.

22/11/2010 às 9:46

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Mas que ligação, que nada... Há um projeto na Europa que tem como objetivo ajudar as pessoas a auto-diagnosticarem doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV e a sífilis, através do celular.

Calma. Chegando a público, você não vai ter que urinar ou dar aquela cuspida no seu iPhone ou Android de estimação.

O projeto se chama "eSTI2" e tem sua pesquisa acomodada na Universidade St. George, de Londres. Tariq Sadiq recebeu uma bolsa de pesquisa científica de US$ 6,5 milhões para desenvolver chips que podem receber fluídos humanos como sangue, saliva e urina, sendo então conectados a um adaptador ou ao próprio aparelho (eca!).

Disse Tariq:

"É possível que uma pessoa possa ter o resultado destes testes entre 5 e 15 minutos através de um smartphone."

Piadinhas à parte, a premissa do projeto é sensacional: levar os exames às pessoas, ao invés de manter as pessoas indo até as clínicas para isso. Coisas como testes para viagens, contratações, jurídicos e processuais e etc. acelerariam muito as suas respectivas burocracias.

Segundo o pesquisador, o projeto está mais ou menos à meia vida e pode entrar no mercado em algo como 7 a 10 anos.

Sadiq não é o único a ter pensado na idéia. Anteriormente, George Whitesides, o pesquisador da prestigiosa escola de medicina da Universidade de Harvard, já havia concebido a idéia de um "laboratório dentro de um chip" para testar de maneira remota doenças como malária, tuberculose, hepatite e gastroenterite.

Em alguns anos aquela m*rda (ooops!) ultrapassada de smartphone pode ao menos servir de copinho...

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