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Perfeito: Agora robôs se adaptam a danos e falhas

09/09/2010 às 7:15

Há uma cena icônica no Exterminador do Futuro: após perder as pernas, o robô assassino começa a se arrastar em direção à pobre Sarah Connor. No segundo filme da série vemos algo parecido, mas "de dentro". O T1000 crava um vergalhão nas costas do Arnoldinho sopa-de-letra, que desliga. Alguns segundos depois ele reboota, identifica a área afetada e redireciona o processamento para circuitos auxiliares.

Máquinas hoje em dia ainda são muito burras para isso, mas logo tudo mudará. Uma pesquisa patrocinada pela DARPA está desenvolvendo técnicas de programação para que aviões autônomos sejam capazes de manter o controle mesmo quando atingidos por fogo inimigo. Dado o custo dos equipamentos e a possibilidade de caírem em mãos erradas, a pesquisa é bem válida e já trouxe resultados promissores.

No vídeo abaixo um modelo de F18 controlado por computador sofre uma perda catastrófica de 80% de uma asa. Mesmo assim o avião consegue completar sua missão e pousar em segurança.

A pesquisa trará um novo patamar de confiabilidade para esse tipo de equipamento, pois a situação binária de um robô que ou funciona 100% ou não funciona, é inaceitável. No mundo real não é possível depender de coisas que funcionem ou não funcionem, espera-se que elas... funcionem.

Adendo: a capacidade de voar de equipamentos em condições totalmente fora do envelope normal de funcionamento não é restrita a robôs. Jedis também conseguem, como o piloto israelense que em 1983 colidiu seu F15 com um Skyhawk durante um treinamento, mandou o Skyhawk pro beleléu, destruiu a asa direita inteira do caça e ainda conseguiu pousar em segurança. Passou no History Channel, e no Tubo:

Fonte: Popsci.

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