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Ciência revela: Roberto Carlos não é Jedi

Cientistas franceses estudam gol de falta do jogador brasileiro Roberto Carlos.

09/09/2010 às 7:14

Depois de muita pesquisa os resultados não permitem outra conclusão: apesar de todas as evidências e uma anormal contagem de Midichlorians no sangue, o jogador Roberto Carlos não é versado na Força. A confusão surgiu com a incrível cobrança de falta em um Brasil x França, em 1997, onde no melhor estilo Ayrton Senna o craque aparentemente demonstrou total e completo desrespeito para com as Leis da Física, alterando a trajetória da bola durante seu vôo. Veja:

O chute foi a base de um estudo de alguns cientistas franceses, Guillaume Dupeux, Anne Le Goff, David Quéré e Christophe Clanet, que provavelmente queriam provar a existência de um campo de energia que engloba todas as criaturas vivas, mantendo a galáxia unida, e assim invalidar o gol por dopping.

Como não conseguiram essa prova, desviaram a pesquisa para identificar o movimento de objetos esféricos com movimento de rotação em um fluído.

A pesquisa mostrou que embora contrarie o bom-senso, o chute de Roberto Carlos está em conformidade com as Leis da Física. Bolas e esferas em geral não seguem uma trajetória parabólica simples, como seria de se esperar. O movimento giratório faz com que o objeto siga uma espiral, que para completar se torna uma segunda espiral com características diferentes quando a rotação diminui.

O efeito se faz presente em um espaço de iteração entre gravidade e aerodinâmica, por isso é mais perceptível em esportes onde esses dois fenômenos são igualmente importantes, como futebol, baseball e tênis.

Futuramente o estudo renderá novas estratégias e técnicas, complicando a vida dos goleiros mais do que macarrão, coxinha e comidas de botequim em geral.

Pelo trabalho percebe-se que... deu trabalho estudar o caso, mas essa é a graça da ciência: identificar um fenômeno e estudá-lo até entendê-lo. É bem mais complicado do que dar de ombros dizendo "é assim mesmo...", mas é muito mais gratificante.

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