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Case para ninguém botar defeito...

Até onde campanhas online são uma boa pedida para o lançamento e promoção de produtos?

31/08/2010 às 8:07

O case é lá de meados de maio desse ano, mas a remarca ainda é atual. Assunto: complexidade x simplicidade.

Todos precisamos vender algo. Quer seja uma idéia, um produto, um serviço, uma habilidade... Em uma dada escala, o lero-lero tem que ser profissional e normalmente contratamos alguém para fazer isso para podermos nos preocupar apenas com a peleja de trabalhar — o que, no fim das contas, é o que vai pagar as contas.

Quem esnoba não sabe ao certo o que é e nem o quanto pode nos ser útil. Não é marketaria. Marketing. Uma rara arte de levar a melhor mensagem para dentro do mecanismo de critérios e estilos de escolha daquele cujo todo o seu mingau depende.

Quem defende (demais) está sujeito aos exageros sem sentido "que fazem todo o sentido" quando são explicados. A maioria daqueles que compram marketing, de tanto nem entender o que o caboclo está dizendo, acaba achando uma boa idéia por duas razões: 1) deram um orçamento para ele queimar com o padrão; e 2) "tá todo mundo fazendo a mesma coisa, então, bóra".

É exactamente aí que esquecemos do valor das coisas simples e nos tornamos no candidato ideal a pêlo de idiota...

Dá uma sacada atenta no vídeo abaixo. É do Dagens Industry, um jornal sueco de economia e finanças. Na maior cara inteligente de pau e sem qualquer comedimento, desembesta a falar a piada "séria" contida na metralhada que os discursos de mídia e publicidade utilizam para dizer tuuuuuudo o que foi feito, mostrando como foi feito etc e tal.

Tudo para vender seu peixe e mostrar que um simples anúncio impresso no jornal, pode valer mais a pena que toda aquela tralha. A pegadinha da ironia foi o fato de terem escolhido um vídeo, viral, para passar (e bem) a idéia.

Moral da história: coloque a sua bomba escondida na barriga do inimigo. Não vai dar zebra e ninguém vai desconfiar...

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