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Kibada do Dia: um iPad TE(n)SO

Um tablet legal feito na China mas com a maçã da Apple atrás. Por quê?

12/08/2010 às 15:18

Eu entendo os Polystations, os iFones e similares. Entendo a idéia de gente querendo faturar em cima de marcas famosas empurrando um xing-ling que não tem um centésimo da qualidade do original, como esse tal de Ratatooing, mas qual a lógica de investir uma boa grana em R&D, criar um produto BOM e no final melar tudo enfiando uma marca pirateada?

Vejam o exemplo do TESO LPad 10.

Não é uma porcaria rodando SdruvsOS, a ficha do bicho é respeitável:

  • Intel Atom N455 de 1.66GHz
  • 2GB de DDR3
  • SSD de 8, 16 ou 32GB
  • 1027x768
  • touchscreen capacitiva (chupa, Archos do Roniuj)
  • 14mm de espessura
  • slot microSD
  • 2 portas USB
  • porta miniVGA
  • suporte a teclado e mouse
  • 4 ou 5 horas de bateria
  • Bluetooth 2.1+
  • WIFI 801.2b/n/g
  • 3G
  • Interface mini-PCI-E
  • Câmera 1.3Mpixels

O bicho vem com Windows 7, o que o coloca fora da categoria de pads mas o torna um tablet decente, melhor que a maioria dos netbooks. Não teria problemas de trocar meu EeePC por ele, e ainda devolver cinquenta merréis. Ou cem.

Então, pra quê essa kibagem? Qual o sentido? O sujeito que comprar achando que levou um iPad VAI ficar decepcionado, não importa o hardware. Já quem quer um tablet genérico vai pensar duas vezes, pois uma empresa que kiba outra descaradamente assim não pode ter boa intenção.

O melhor a fazer é a Positivo importar um monte, trocar a maçã pelo Rubinho, ou seja lá qual o símbolo da empresa, e vender como pPad. Aí eu compro.

Fonte: Cloned in China

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