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A jogabilidade do Enslaved

Vídeo mostrado durante Comic-Con revela belos gráficos do Enslaved e um pouco de sua jogabilidade.

26/07/2010 às 10:40

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Embora conte com apenas dois jogos em seu portfólio, Kung Fu Chaos e Heavenly Sword e mesmo só tendo jogado este último, a Ninja Theory é uma produtora que ganhou meu respeito, principalmente por ter conseguido, com o título exclusivo do Playstation 3, criar um game que além de muito divertido, possui diversos personagens complexos e marcantes.

Considerando ainda que Alex Garland, roteirista de filmes como Extermínio e Sunshine - Alerta Solar atuou como consultor do enredo do Enslaved e que Andy Serkis, o Gollum da trilogia O Senhor dos Anéis atuou como diretor, eu não teria como não estar ansioso para saber se os britânicos conseguirão repetir a qualidade vista na aventura protagonizada pela bela Nariko e depois de ver um pouco de sua jogabilidade em um vídeo liberado durante a Comic-Con, desconfio que a expectativa será correspondida.

Programado para chegar ao PS3 e Xbox 360 no dia 5 de outubro, Enslaved se passará 150 anos no futuro em uma sociedade opressora, quando uma guerra quase dizimou a raça humana e que agora tenta sobreviver de robôs que foram criados para eliminá-la. Baseado em um antigo conto chinês chamado Journey to the West, o game trará como personagens principais uma garota chamada Trip e um sujeito conhecido como Monkey e que devem “cooperar” para que ela consiga voltar para sua vila. O detalhe é que a dupla vive em conflito, já que o brutamontes será controlado pela moça devido a uma espécie de capacete que lhe causa dor.

Graficamente o game parece muito bonito e com a alternância entre sequências de luta e tiro, a Ninja Theory parece estar preocupada em tornar a experiência bastante variada. O engraçado é que depois de ver o game em movimento e pensar sobre sua história, me veio à cabeça o espetacular Beyond Good & Evil, o que definitivamente não pode ser considerado um defeito.

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