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Uma viagem pela história das cutscenes

Artigo mostra como técnica de inserir partes não intereativas nos jogos evoluiu.

10/07/2010 às 10:21

Embora as cutscenes, ou seja, aquelas cenas em um jogo onde não temos controle, não sejam muito bem vindas por alguns jogadores, já que eliminam o princípio básico dos games, a interação, não há como ignorar sua importância, pois graças a elas parte do enredo dos jogos puderam ser contadas de maneira mais elaborada.

Para alegria daqueles que nunca viram problema em deixar o controle de lado por alguns segundos (Metal Gear Solid 4, Xenosaga?) e entenderem melhor o que está acontecendo no jogo, o site Techland fez uma matéria contando um pouco da história das cenas não interativas, começando por uma bem simples do Pac-man (confesso, nunca a tinha visto como uma cutscene) e passando por verdadeiros clássicos como o Karateka, o inesquecível início do Another World, a forma como somos introduzidos ao universo do Half Life e citando os Quick Time Events do God of War ou a jogabilidade do Heavy Rain como uma evolução da técnica.

Como sempre gostei de uma boa história, sempre achei o uso das cenas de corte algo legal, embora me incomode alguns FPSs teimarem em mostrá-la incessantemente e pior, quebrando o clima ao colocar a câmera em terceira pessoa, eliminado toda a imersão que o gênero pretende levar. Nessa ponto os Modern Warfare são geniais, nunca nos fazendo olhar par o protagonista pela “visão de Deus”.

[com dica do Renato Bueno]

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