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Produtoras e o uso de cracks “no-cd” em seus jogos

Ubisoft e Rockstar teriam usado cracks para vender seus jogos digitalmente.

12/05/2010 às 13:39

dori_mit_12.05.10

Você dificilmente verá uma grande produtora de games defendendo a pirataria, já que se trata de uma prática extremamente nociva a seus negócios, mas o que dizer quando essas empresas usam o conhecimento dos hackers em seus produtos?

Há alguns anos, quando a Ubisoft passou a vender o jogo Rainbow Six: Vegas 2 pelo serviço de distribuição digital Direct2Drive, bastou uma atualização para que o DRM fizesse com que a versão original comprada pelo site deixasse de funcionar, já que não havia um disco para que a validação fosse feita. Depois de muita reclamação, um funcionário da companhia fez o upload de um arquivo para a página de suporte do D2D que fazia o game voltar a funcionar. O problema é que esse arquivo não havia sito escrito pela Ubisoft e sim por um grupo conhecido por lançar versões piratas dos jogos e se tratava de um crack que dispensa a necessidade do disco estar no drive do computador.

Vacilo de um estagiário e que foi aprendido pela indústria, correto? Não para a Rockstar. Algum jogador publicou no fórum do Steam uma imagem que mostra o código do executável do jogo Max Payne 2 que é vendido através da loja virtual da Valve onde é possível enxergar a logo de outro desses grupos, conhecido como Myth e que foi fechado após uma investigação do FBI. Não se sabe porque a marca deles aparece no arquivo, mas o o mais provável é que se trata do trabalho de algum funcionário preguiçoso.

[via TorrentFreak (1 e 2)]

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