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Para desespero dos tiozinhos a Sony matou o disquete

26/04/2010 às 12:31

datadisk Assim que anunciavam disquetes em revistas de informática nos anos 80

Por incrível que pareça ainda existe muita gente que usa disquetes. Conheço alguns advogados das antigas, do tempo em que só havia 10 Leis mas mesmo assim era um porre, pois ninguém gostava de carregar as pedras de um lado para outro que não vivem sem discos.

Claro, com o aumento do tamanho dos documentos os disquetes de 3½ e seus 1,44MB de capacidade de armazenamento hoje são uma piada, boas câmeras fotográficas produzem imagens que ocupam mais que isso. E não, não me venha falar de FDREAD e FDFORMAT.

Em 1987 quando foi lançado o disco de 3½ e 1,44MB era uma enormidade. Meu sonho (nunca realizado) era uma controladora pro TK90X, afinal um disco de 5¼ com 720KB era uma enormidade, comparado aos 48KB de RAM do computador.

Céus, o ZIP DRIVE com seus 100MB já é uma relíquia, mal cabe um episódio de Gilmore Girls (não que eu assista).

Curioso é que quando a Apple lançou o iMac em 1998 e disse que NÃO haveria drive de disquete pra ele, todo mundo deu piti, assim não dá, assim não pode, não vivemos sem disquete. E se você duvida que o mundo corporativo é MUITO mais lento, saiba que a Dell parou de incluir drive de disquete como padrão em 2003 e a HP só parou de vender PCs com drives de 3½ em 2009.[Citation not needed]

Agora, 29 anos depois de sua introdução a Sony avisou que vai parar de produzir disquetes. Em Março de 2011. Nada mal, uma mídia que perdurou por 30 anos apesar da Lei de Moore e de todo o avanço do tamanho dos arquivos de Material Educativo.

Hoje com cartões microSD de 32GB, a única coisa que mantém os disquetes vivos são os tiozinhos jurídicos supracitados, com a argumentação de que “o Computador do Cartório não tem USB”.

Fonte: Akihabara News

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