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Path Finder, Tiger, Apple, Mac Mini

29/08/2005 às 0:36

Um autor de um artigo na Cnet, ou algum desses sites famosos, tirou uma com a cara da Apple porque o Finder (o equivalente ao Windows Explorer) do sistema ainda é bem meia boca. Ele tirou sarro da Apple porque um indivíduo (sim, um cara só!) conseguiu fazer um Finder com muito mais funcionalidade que o da Apple em alguns meses.

É o Path Finder, programa fantástico (shareware, carinho mas vale o preço), muitos recursos, mas que consome mais CPU que o Finder, então não aconselho a rodá-lo no lugar do Finder em nada menos que um G4. Apesar de rodar razoavelmente bem em meu iMac G3 400Mhz depois que mudei para o Tiger.

Aliás isso é uma das coisas que adoro na Apple. Você está com um certo sistema, achando seu computador lerdo e pensando em trocá-lo, e instala uma versão mais nova (mudei do Panther para o Tiger recentemente), e parece que você ganhou um Macintosh novo, de tão mais rápido que cada sistema é. Nada parecido com a Microsoft, que exige que você dê uma turbinada no seu PC a cada novo Windows que ela lança.

No Panther, meu uso de CPU chegava a 100% (ou seja, usava memória virtual do HD, deixando o computador uma lesma), ao abrir o Adium (uma versão do Trillian para o Mac), o iChat, iTunes, Safari, Firefox, Mail, Dreamweaver e Fireworks. Agora, após o Tiger, com os mesmos programas abertos, o uso de CPU fica de 30-40%. Fantástico, não? Em um Mac Mini (que tem processadores G4 1.25 e 1.42 MHz) já deve ficar algo absurdamente rápido. Só não recomendo o Mac Mini para quem quer jogar os jogos atuais porque ele vem com uma placa de vídeo meia boca - uma ATI Radeon 9200 com 32 MB (!!!!) de memória de vídeo. Outo fato menos conhecido sobre o Mac Mini é que ele usa HD de notebook - ou seja, a versão 40Gb roda a 5400 rpm e a 80Gb a míseros 4200 rpm. O que melhora muito se você encaixar um drive firewire de 7200rpm externo para aplicações, sistema, etc.

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