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Os games como terapia e rota turística

11/01/2010 às 10:53

Mostrando que os games cada vez mais fazem parte da vida das pessoas, ontem fui surpreendido ao encontrar matérias sobre eles em duas mídias diferentes, a revista Veja e um programa no canal fechado Multishow.

Na TV, o Lugar incomum é apresentado por Erika Mader, uma jovem que mora em Nova York e que a cada episódio aborda um tema diferente. Eu não conhecia o programa e ontem por acaso coloquei no canal justamente quando estava sendo reprisado um que falava sobre os games.

Nele a apresentadora mostrou diversos lugares da cidade dedicados aos jogos eletrônicos, como o site goodgameTV (que eu também não conhecia), uma mostra que estava em exposição no Museu da Imagem em Movimento e fez uma visita ao Barcade, um barzinho muito legal que além de dezenas de marcas de cervejas diferentes, ainda possui uma invejável coleção de fliperamas dos anos 80.

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Quanto ao periódico da Editora Abril, me chamou a atenção a matéria escrita pela jornalista Juliana Cavaçana onde os videogames são mostrados como uma ótima ferramenta de auxílio aos fisioterapeutas.

Segundo o artigo, no Brasil o primeiro a incluir a “gameterapia” no tratamento dos pacientes foi o Hospital Vita, em Curitiba e a principal vantagem ao se usar o Wii Fit, por exemplo, é que com ele as pessoas se sentem mais motivadas, fugindo dos exercício repetitivos da fisioterapia.

O texto cita ainda o Sheba Medical Center de Israel que usa o acessório Eye Toy do Playstation 2 no tratamento de queimados, já que, segundo o cirurgião plástico Josef Haik, "os pacientes ficam de tal forma hipnotizados pelo jogo que a sensação de dor diminui."

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