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CSI: Japinhas forçando a amizade

05/01/2010 às 5:26

Estamos acostumados a exageros nas séries de TV, afinal de contas não daria bom drama se os exames de DNA levassem semanas e se as buscas em bancos de dados não fossem lineares, exibindo em tela cada um dos registros.

Só que suspensão de incredulidade tem limite. A gente aceita a Abby trabalhando sozinha em NCIS, aceita técnicos forenses em CSI saindo fazendo trabalho de detetive e portando armas e distintivos (Dexter que é Dexter só tem um crachá). Mas tudo tem limite.

Vejam como os bons e velhos japoneses ultrapassaram o limite, caprichando e deixando para trás tudo que já foi feito em CSI, e mesmo o equipamento usado por Deckard em Blade Runner, aquele filme que se passa no distante e inatingível futuro, em 2019.

A série é Mr Brain, o protagonista é um neurocientista do Instituto Nacional de Pesquisas da Polícia Científica. Não confundir com a Patrulha Científica, que só cuida de monstros.


OK. Depois de um software aprimorador de imagens que identifica digitais, só tenho uma coisa a dizer: Chupa Grisson!

Fonte: Crunchgear

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