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WestWorld 1.0 — um Café na Suíça quer empregar robôs bolagateiros

Robôs são auxiliares mecânicos que usamos para realizar trabalhos perigosos ou desagradáveis que não queremos fazer nós mesmos. Como um Café na Suíça que pretende oferecer sexo oral para os clientes…

04/11/2016 às 18:47

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Westworld é uma espécie de carnaval, onde você viaja pra outra cidade com a desculpa de aventura e fantasia, mas no fundo se resume a alguns dias de extrema depravação envolvendo moças dadivosas cujos corpos são essencialmente fruto da ciência moderna.

A parte mais fantasiosa de Westworld é que esposas e maridos deixem seus cônjuges visitar aquela imensa casa de tolerância robótica, tipo de estabelecimento aliás que está prestes a se tornar realidade, por causa das Leis suíças.

O projeto original, uma aventura de uma tal de Facegirl, empresa suíça que provavelmente não vende artigos religiosos era incrementar o café da manhã dos moradores de Genebra. Em vez daquela média com café com leite e pão na chapa, o começo de seu dia seria apimentado (ok, palavra errada) com uma sessão de sexo oral, enquanto você degusta seu café.

Ok, a idéia de manipular um copo de café quente enquanto você é manipulado me parece uma PÉSSIMA idéia, apresentando risco desnecessário para todos os envolvidos. Um mínimo acidente e o dia se tornaria escaldante para mim, para a distinta moça e para o Mini-Me.

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Prostituição é legalizada na Suíça, mas é bem controlada e regulada. Mais de duas moças trabalhando no mesmo local e o estabelecimento precisa ser registrado como casa de massagens, o que tem toda uma regra diferente de zoneamento. A Junta Comercial da cidade está usando essa e outras Leis para embarreirar o Café Bouquet ou seja lá o nome que o lugar teria.

No projeto original o custo do Café com Leite, Latte incluso seria de 65 francos suíços, ou R$ 217,00. Só que com o projeto embarreirado, tudo vai mudar. Bradley Charvet, o empresário por trás do projeto disse que caso não consiga usar mulheres de verdade, usará robôs.

Diz o sujeito que está em contato com um fornecedor americano que tem robôs para sexo oral por US$ 3 mil. Isso tornaria o estabelecimento legalizado como um Café, em teoria.

Na prática é uma péssima idéia. Não as Sexbots em si, mas a realidade de que ainda estamos décadas de produzir uma réplica convincente. Sejamos honestos: a idéia de uma roboa sexy atendendo no café é esta:

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Já a realidade muito provavelmente se parecerá mais com isto:

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Os robôs sexuais do futuro mudarão profundamente a dinâmica da interação humana. Mesmo os mais possessivos machões não consideram traição a mulher usar aparelhos de auxílio conjugal, mas e se o aparelho estiver anexado a um robô de aparência e comportamento humanóide?

Uma visita a um Westworld da vida será considerada traição? Será que os introvertidos serão extintos, já que desistirão de relacionamentos reais e complicados, preferindo manter um robô da Emma Watson no armário?

E sim, vai acontecer. É questão de tempo, o hardware está chegando lá. Duvida? Esta é a Ange, uma das criações da Orient Doll (sim, Japão). Não fala (ainda) não se mexe (ainda, mas vibra). Em dez anos, quem sabe?

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Fonte: Russia Today.

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