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Relembrando: D&D: Tower of Doom

Acho que todos concordam que o nome Dungeons & Dragons já faz parte da cultura popular na maior parte do planeta , mas se a franquia nunca recebeu um RPG de peso que usasse seu nome, o e gênero beat 'em up conseguiu emplacar dois jogaços nos arcades (e posteriormente

25/05/2009 às 11:56

Acho que todos concordam que o nome Dungeons & Dragons já faz parte da cultura popular na maior parte do planeta , mas se a franquia nunca recebeu um RPG de peso que usasse seu nome, o e gênero beat 'em up conseguiu emplacar dois jogaços nos arcades (e posteriormente no Sega Saturn com o pacote Dungeons & Dragons Collection) e hoje relembraremos o primeiro deles, o Tower of Doom.

Produzido pela Capcom (quem mais seria?) e lançado em 1993, Dungeons & Dragons: Tower of Doom não podia ser considerado apenas mais um bata-em-todo-mundo da empresa. O jogo carregava consigo alguns elementos dos RPGs, como a possibilidade de comprarmos itens em lojas e evoluirmos os personagens. A jogabilidade por sua vez fugia um pouco do esquema bata e apanhe, pois tínhamos a possibilidade de defender, nos esquivar e desferir golpes mais fortes. Com alguns gabinetes permitindo até quatro jogadores simultaneamente, organizar estratégias para derrotar alguns inimigos (principalmente os chefes) era primordial.

Um detalhe que diferenciava o jogo dos demais era a variação entre as classes, com algumas valendo-se de magias e somadas as diferentes armas que podiam ser arremessadas, permitiam várias possibilidades aos jogadores. Muitas vezes era importante ter um controlando um guerreiro, enquanto o outro dava apoio de média distância com o clérigo, por exemplo.

Na parte técnica a Capcom mostra mais uma vez sua supremacia no campo dos beat 'em ups. O jogo era muito colorido, com personagens apresentando um bom tamanho na tela e a trilha sonora se encaixando perfeitamente na aventura.

Em 1996, a empresa lançou a continuação do Tower of Doom. Shadow Over Mystara teve todos os aspectos consideravelmente melhorados, contando com melhores gráficos, jogabilidade mais complexa e até um número maior de classes para escolhermos. No geral, se trata de dois belíssimos jogos e que mereciam ter ganhado mais atenção por parte dos jogadores. Talvez eles não sejam tão conhecido no Brasil porque era bem difícil encontrar uma máquina dessas por aqui.

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