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Com Final Fantasy XV, diretor tentará nos fazer chorar

De acordo com diretor do Final Fantasy XV, objetivo é criar um jogo melhor que o Final Fantasy VII e que nos consiga fazer chorar.

10/03/2016 às 10:00

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Os jogos eletrônicos são capazes de despertar uma grande quantidade de emoções nas pessoas, mas até hoje poucos são aqueles que conseguiram nos fazer chorar. Pois de acordo com Hajime Tabata, aqueles que conseguirem terminar o Final Fantasy XV correrão o risco de ver algumas lágrimas escorrendo de seus olhos.

Quero criar um final muito emocionante para o jogo e fazer o maior número possível de pessoas chorarem. Você gasta tantas horas jogando um game, então quando eu termino um e o seu final é como uma nota seca e não me comove, fico decepcionado. Pelo menos que me faça chorar ou me dê alguma emoção! Eu quero dar um final emotivo aos consumidores que investiram tanto tempo.

Ainda de acordo com o diretor, outro dos objetivos da equipe que está envolvida com o novo jogo é fazer com que ele consiga superar o que tivemos no Final Fantasy VII, título em que boa parte dessas pessoas havia trabalhado e para aqueles que gostaram do jogo lançado originalmente para o PlayStation, esta é sem dúvida uma ótima notícia.

Quanto a essa questão de nos fazer chorar, embora eu não ache que o game designer tenha pensado em dizer exatamente isso, acredito que essa questão da emoção não tenha necessariamente a ver com o tempo em que passamos no jogo, pois na minha opinião pouco importa se me dediquei por uma ou por 100 horas a uma aventura. Desde que essa tentativa de nos fazer chorar esteja de acordo com o enredo, ela é bem vinda e extremamente válida.

O importante aqui é que o jogo, especialmente um tão longo como um RPG, não termine deixando a história aberta ou deixando a sensação de que os desenvolvedores foram preguiçosos, erro cometido por exemplo no Mass Effect 3 e pelo qual a BioWare sempre será criticada.

Além disso, acho que essa tentativa de nos fazer chorar não precisa necessariamente acontecer exatamente no final e jogos como o próprio Final Fantasy VII ou o Red Dead Redemption estão aí para provar que não existe uma receita de bolo para isso. De qualquer forma, acho legal saber que Tabata e sua equipe estão seguindo por este caminho.

Fonte: Gamespot.

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