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O fim da exclusividade

17/04/2009 às 13:48

Além de alguns outros fatores, um dos pontos principais ao se escolher um console são os jogos chamados exclusivos. Aqueles títulos que nos faz desejar ter algum videogame e muitos classificam como obrigatórios. Porém, com o passar dos anos nós começamos a ver que o número desses lançamentos foi diminuindo, chagando ao ponto de alguns games que estampavam em suas embalagens a cobiçada frase “only for” virar motivo de piada.

Ao conversar com o pessoal do VG247, John Koller, o chefe da divisão de marketing da Sony disse que tornou-se inviável para uma empresa terceirizada produzir jogos para apenas um videogame, veja:

Exclusividade é algo que realmente não existe neste ciclo. O que existe são os produtos first-party. Esses são os seus produtos exclusivos. A exclusividade dos últimos consoles possuía uma proporção muito diferente porque as empresas podiam trabalhar com um custo de desenvolvimento muito menor e eles não necessariamente precisavam publicar seus títulos em todas as plataformas.

Então, Koller tratou de dar aquela cutucada básica na Microsoft, criticando a forma como a empresa “conquista” seus exclusivos:

E nós fomos para a próxima geração, assim como a Microsoft. Então, ou você possui uma linha de jogos first-party, ou então começa a assinar cheques e comprá-los.

O pior é que não tiro a razão a do sujeito, embora a Sony não possa ser considerada um poço de pureza, não é mesmo?

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