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Cientistas do MIT usam vírus para criar baterias

04/04/2009 às 22:31

Por causa de restrições inconvenientes como as Leis da Termodinâmica o processo de fabricação de pilhas e baterias é muito custoso. Para fazer com que os íons de Lítio se prendam ao Catodo além da nanotecnologia envolvida, são usadas reações termoquímicas em alta temperatura e substâncias exóticas como Óxido de Cobalto e Fosfato Férrico de Lítio (LiFePO4).

Agora imagine se você pudesse recriar o processo, sem passos complexos e tóxicos, e em temperatura ambiente.

Foi o que um pessoal do MIT conseguiu. usando vírus geneticamente modificados. Eles alteraram os bichos (tecnicamente vírus não são bichos, mas...) para se recobrirem com óxido de Cobalto e Ouro, e sentirem uma enorme atração por nanotubos de Carbono. Com isso criaram um ânodo.

Agora usando a mesma técnica criaram vírus que se recobriam de Fosfato Férrico de Lítio e se acumulavam em nanotubos de Carbono formado o ânodo da bateria.

O uso de nanotubos possibilitou mais energia acumulada sem grande aumento de peso, e o uso de vírus gera uma economia importante, um processo que ocorre em temperatura ambiente é o sonho de todo engenheiro químico.

Agora resta esperar o processo se tornar comercialmente viável. Quando menos esperarmos, ele chega. Ou alguém aqui ainda tem telefone com bateria com efeito-memória?

Fonte: Cellular-News

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