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One Life, o FPS multiplayer que faz jus ao nome

One Life é um FPS que leva o conceito de permadeath ao extremo, pois se morrermos não poderemos voltar a jogá-lo. Nunca mais!

21/10/2015 às 8:32

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Quem aí lembra do The Flock? Anunciado na metade deste ano, o jogo chamou a atenção de algumas pessoas por propor um conceito diferente, onde contaria com uma população fixa e que diminuiria conforme os jogadores fossem morrendo, culminando na extinção da humanidade e no desligamento dos servidores. Eis que surge uma ideia ainda mais extrema do que esta.

Ambientado em um mundo pós-apocalíptico, One Life leva ao pé da letra o seu nome, já que quando morrermos nele o game poderá ser bloqueado em nossa conta no Steam, tornando-se impossível voltar a jogá-lo. Achou isso muito severo? Pois saiba que a maneira como o título brincará com a morte vai ainda um pouco além.

O detalhe é que caberá a aquele que nos matou decidir qual será nosso destino. Caso o algoz opte por nos manter vivos, ele poderá roubar todos os nossos pertences, nos tornar prisioneiros ou até nos colocar para trabalhar para ele, algo que poderá fazer com que a humilhação alcance um nível bem mais alto do que estamos acostumados a presenciar nas partidas online.

Perdoe, humilhe, destrua, tire tudo que ele possui — a escolha é sua,” diz a página do jogo no Steam Greenlight. “Salvou a vida de um perdedor? Leve-o prisioneiro e faça-o trabalhar para você. Ele fará tudo para se ver livre novamente. Nenhum outro jogo te dará essa sensação de poder sobre outra pessoa.

Não ficou muito claro o que os prisioneiros terão que fazer para seus captores, mas como no trailer podemos ver um jogador urinando em uma vítima, podemos deduzir que na maioria dos casos o relacionamento entre os jogadores passará muito longe de ser lembrado pela união e bons modos.

O pior de tudo é que apesar dessa parte da humilhação não me agradar muito, ela parece se encaixar no conceito do jogo e o simples fato de sabermos que qualquer passo dado poderá ser o último me fez ficar muito interessado no FPS, afinal o nível de estratégia e imersão que ele poderá proporcionar é algo muito acima do que costumamos ver na indústria.

A minha dúvida é sobre a quantidade de pessoas que estarão dispostas a pagar US$ 10 por um jogo que pode render apenas alguns poucos minuto de diversão e como o dólar no Brasil está valendo mais do que ouro, a princípio não aproveitarei a oportunidade de passar raiva com o One Life.

One Life

Fonte: Tech Times.

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