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Microsoft Insights 2015 — estivemos lá (na verdade ainda estamos)

Hoje e amanhã rola o Microsoft Insights 2015, como sempre muito mais palestras legais do que dá para acompanhar, mas mesmo assim tentamos e, dessa vez, conseguimos uma breve mas interessante conversa com ninguém menos que Rico Malvar, apenas cientista-chefe da Microsoft Research. Em breve no site, em vídeo pois somos modernos ;)

24/09/2015 às 18:22

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Hoje e amanhã acontece o Microsoft Insights 2015, em conjunto com o TechEd. O evento foi aberto por Paula Bellizia, a nova presidente da empresa no Brasil, e meninas, ela manda muito bem. Não é novata, trabalhou na MS de 2002 a 2012, e nos últimos dois anos estava na Apple, mas nosso Indiano preferido provavelmente perguntou se ela queria vender telefones açucarados pelo resto da vida, e ela voltou.

A cerimônia foi atípica, normalmente contratam algum jornalista ou eye candy para Mestre de Cerimônias, mas Paula subiu no palco, apresentou, comandou e entrevistou, inclusive em um bate-papo ótimo com o Maestro João Carlos Martins, sempre uma presença bem-vinda.

Mais bem-vinda ainda foi a presença de Rico Malvar, que muito provavelmente não tem diploma de datilografia, mas a não-qualificação para a AEB não significa que ele não possa assumir um outro cargo de pesquisa, no caso cientista-chefe da Microsoft Research, o braço de pesquisa e desenvolvimento da empresa que em 2013 teve um orçamento de US$ 10,4 bilhões.

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Entre outros temas ele fez uma apresentação do tradutor do Skype em português, que ainda não foi lançado. Mais tarde você verá isso em vídeo aqui.

Depois em um Q&A exclusivo (se descontar os outros jornalistas e blogueiros presentes) ele falou sobre como se surpreende com agentes inteligentes, em como o Kinect e o HoloLens estão sendo desenvolvidos, redes neurais e respondeu a uma pergunta minha sobre se Miguel Nicolelis e Roger Penrose estão errados e um cérebro artificial pode ser criado e desenvolver consciência.

A resposta? Mais tarde, vocês vão preferir ouvir direto da boca do sujeito que está pesquisando reconhecimento de gestos com o Kinect para corrigir o movimento de gente com Parkinson ou lesões motoras. Isso mesmo, você detecta o movimento, remove o ruído e exibe o que o sujeito quis fazer, não o que a mão lesionada fez. O lado ruim é que com isso Stephen Strange não precisaria parar de operar e nunca viraria o Feiticeiro Supremo, deixaria o mundo a mercê de Dormammu.

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