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Samsung continua insistindo em smartphones com Tizen

Samsung prepara lançamento do Z3, mais um smartphone a rodar Tizen; novos planos visam introduzir o dispositivo na Europa e posteriormente em mais mercados

15/09/2015 às 9:47

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Enquanto a maioria dos ocidentais torce o nariz para ele, do outro lado do mundo o Tizen está dando resultados satisfatórios para a Samsung. O Samsung Z, o primeiro a contar com o sistema operacional não saiu da geladeira, o que levou os coreanos a tentarem de novo com o Z1: um aparelho mais modesto, voltado a consumidores de dispositivos de entrada.

Esse sim foi um sucesso: ele vendeu bem na Índia e Bangladesh, levando a empresa a continuar insistindo na categoria com o Samsung Z3, que poderá aparecer em breve. E desta vez mirando em mercados maiores.

Segundo informes a Samsung já iniciou a produção em massa do Z3 na Índia, e novamente o hardware será mais de entrada: o smartphone seria equipado com um SoC quad-core de 1,3 GHz da Spreadtrum; 1,5 GB de RAM, 8 GB de espaço interno expansível via micro-SD, display de 5 polegadas com resolução HD, câmeras principal de 8 megapixels e selfie de 5 MP, dual-SIM e bateria de 2.600 mAh. Ele será consideravelmente maior e mais potente que o Z1, mas ainda um aparelho mediano para mercados emergentes.

Ou nem tanto, na verdade. Os bons resultados nos países em que o Z1 foi introduzido teria convencido a Samsung a tentar a sorte em mercados pelo globo afora. A Europa seria a primeira parada da nova turnê, com o Z3 sendo vendido no Reino Unido, França, Alemanha, Polônia e Rússia (esse último já manifestou sua predileção pelo Tizen em detrimento do Android e iOS). Dependendo da receptividade ele poderá chegar a mais países.

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Lado a lado, Samsung Z3 e Z1

É bem provável que o Tizen se justifique mais em aparelhos de entrada para intermediários, já que dificilmente a Samsung conseguirá convencer usuários das linhas premium a migrar do Android. Há também o problema da falta de apps, que muita gente já reclama no Windows Phone e o novo sistema não é imune a ele. Um smartphone mais barato, com funções básicas ajudaria a empresa a fazer alguns trocados a mais sem ter que investir em um modelo top que não fará sucesso de qualquer forma.

Fonte: SamMobile.

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