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PS3 e Xbox 360 receberão versões “capadas” do FIFA 16

EA Sports lista algumas funções que não estarão presentes nas versões do FIFA 16 para Xbox 360 e PlayStation 3 e torna a experiência entre gerações ainda mais distante.

11/09/2015 às 13:00

FIFA

A chegada da oitava geração de consoles tem gerado algumas situações curiosas na indústria de games. Enquanto algumas versões de jogos para o PlayStation 3 e Xbox 360 tem feito um papel digno se comparadas com os títulos que apareceram nos seus irmãos mais novos, como por exemplo o Grand Theft Auto V e o Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, alguns tem sido criticados duramente por entregarem uma experiência bem diferente da que vemos nas plataformas mais poderosas, como o que aconteceu com o Middle-Earth: Shadow of Mordor.

Uma série que supostamente tem sofrido com o limitado poder de processamento do PS3 e do Xbox 360 é a FIFA, pois se no PC e nos novos videogames o simulador adotou a engine Ignite, o que trouxe muitas melhorias (e não só visuais) para a franquia, o mesmo não aconteceu naqueles aparelhos. Para piorar, de acordo com a EA Sports aqueles que ainda não mudaram de geração sofrerão com mais alguns cortes.

Entre os recursos que não estarão presente no FIFA 16 para PlayStation 3 e Xbox 360 temos o Creation Centre, que nos permite criar jogadores e times; a possibilidade de utilizarmos as músicas e cantos de torcidas que quisermos; acesso ao FIFA Interactive World Cup; a opção de utilizarmos nossos rostos em jogadores criados; Lobbies para partidas online e por fim, uma segunda opção de comentários em inglês — algo que por sinal deveria existir em português, porque olha, é triste ter que aturar a péssima dupla Tiago Leifert e Caio Ribeiro.

Bom, no fundo acho que todas essas remoções são menores, funções que não chegam a afetar diretamente na jogabilidade como acontece com a não-manutenção da antiga engine, mas ainda assim é algo a lamentarmos e que ajuda a distanciar ainda mais a experiência que temos nos velhos e nos novos consoles.

Também não podemos ignorar o fato de que todos sabiam que cedo ou tarde isso iria acontecer, que os jogos multi-gerações começariam a sofrer mutilações nos videogames mais antigos e que eventualmente deixarão de ser lançados, mas fico me perguntando até que ponto a culpa deve ser realmente jogada nos aparelhos. Será que não rola um pouco de preguiça/falta de interesse por parte das desenvolvedoras? Vale lembrar que boa parte do que foi tirado do FIFA 16 esteve presente em versões anteriores do jogo.

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