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O restaurante que não possui garçons e caixas, só iPads

Conheça o Eatsa, um restaurante de São Francisco que não possui garçons e caixas; todo o atendimento e pagamento é feito via iPads e smartphones.

02/09/2015 às 15:03

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Esse é o tipo de coisa que eu imagino dar muito certo no Japão, que possui toda uma cultura de máquinas que vendem de tudo: a Eatsa, uma nova cadeia de restaurantes que serve refeições prontas e saudáveis (é o que dizem) inova apresentando sua primeira unidade totalmente automatizada.

Sem garçons, sem caixas. Só você e a comida, e um monte de iPads.

A Eatsa se baseia em servir refeições saudáveis, portanto boa parte de seu cardápio é baseado em quinoa, alimento nutritivo e que é um substituto de produtos industrializados cada vez mais utilizado. Mas deixemos isso de lado e falemos do restaurante em si: a unidade possui pouquíssimos funcionários, sendo um ou dois para orientar o cliente e um pequeno staff na cozinha, que fica longe dos olhos do público.

As refeições são dispostas em nichos protegidos por uma tela LCD transparente, quando o funcionário vai colocar o prato no slot a tela exibe uma animação, e ao fim dela sua comida já estará lá, desta forma você sequer vê outros membros da equipe do etsa senão os orientadores.

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O cliente entra, faz seu pedido e aguarda até ele ser servido, tudo através de diversos iPads disponíveis. O pagamento também é feito de forma digitial, através de cartão ou pelo seu smartphone, provavelmente via NFC ou Apple Pay. Assim não há dinheiro envolvido em nenhum momento.

O TechCrunch visitou o estabelecimento e fez um vídeo, confira:

TechCrunch — Eatsa's High Tech Quinoa To-Go

O Eatsa é voltado para aqueles que possuem uma vida agitada e não têm tempo para perder com filas, clientes atrapalhados com dinheiro na boca do caixa, essas coisas. Claro que isso é a expectativa porque a realidade, ao menos na inauguração foi bem diferente:

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O fundador da Eatsa David Friedberg (também responsável pela startup The Climate Corporation, vendida para a Monsanto por US$ 1 bilhão) pretende instalar os restaurantes em contêineres e leva-los a lugares onde o acesso à comida saudável é caro e complicado. Eu só vejo um pequeno problema: se a internet cair ninguém mais come, mas até aí é algo que afeta todo mundo hoje em dia.

Fonte: TechCrunch.

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