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Políticos, jogos e violência. A guerra sem fim

13/02/2009 às 16:10

Seguindo a dica do leitor Tales Eduardo, gostaria de comentar um pouco sobre uma matéria publicada hoje no site do jornal Zero Hora. O texto fala sobre um projeto de lei de autoria do deputado estadual Kalil Sehbe (PDT) e que foi aprovado na Assembléia Legislativa. O tema do projeto é a proibição da venda e utilização de jogos violentos por crianças e adolescentes em lan houses e lojas do ramo.

Ao longo do artigo podemos ver opiniões de diversas pessoas, incluindo donos de lan houses e um psiquiatra, que defendem a teoria de que esses títulos não influenciam o comportamento, além do próprio deputado, que mesmo defendendo os videogames e lan houses como desenvolvedores da coordenação motora e meios de aprendizado, afirma que diversos estudos ligam os jogos violentos a distúrbios comportamentais.

Bom, embora eu não concorde com a afirmação do deputado de que pessoas expostas a esses tipos de games possam se tornar psicopatas e/ou maníacos, acho a lei válida se ela apenas proibir a comercialização desses produtos a menores, assim como acontece com bebidas e cigarros. Afinal, se os pais não conseguem ou não são capazes de controlar o que seus filhos consomem, acho que o governo pode sim fazer a sua parte. Penso que o problema poderá surgir quando começarem a definir quais jogos serão ou não proibidos

Agora, se formos partir para proibir títulos violentos para todos, aí já considero como uma forma de censura.

dori_vio_13.02.09

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