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Scanner De Segurança para Orifícios Corporais

07/02/2009 às 16:29

Eu sei, sua primeira reação foi pensar “epa! Aí não!”, mas isso só é opcional se você não for um detento na Inglaterra.

A gente acha que só o Brasil é bagunçado, mas os ingleses estão sofrendo uma invasão (epa!) de celulares contrabandeados nas prisões. A maioria via fiofó. A técnica é simples: O sujeito pega um celular (de preferência não um Motorola Elite) envolve com uma camisinha, lubrifica a bicha (a camisinha, não o dono do fiofó) e, como disse um chefe meu uma vez, entuba.

A remoção é mais simples, já que o movimento natural de mão-única força o corpo estranho, é questão de relaxar e puxar (e empurrar).

As autoridades britânicas não estavam gostando, então desenvolveram um método para detectar celulares nesses ambientes insalubres. É uma cadeira de £6,500, dotada de sensores capazes de achar até um alfinete. O sujeito senta por alguns segundos, se o alarme tocar, babau.

O método é não-invasivo, mas sinceramente se o sujeito já se sujeitou a atochar um celular onde o Sol não brilha, não deveria poder reclamar do longo braço, digo, dedo da Lei.

A cadeira-dedo-duro (com trocadilho) está sendo usada em 102 cadeias espalhadas pela Inglaterra, só na penitenciária de Woodhill, em Milton Keynes, em alguns meses ela já descobriu 21 celulares.

Os presidiários devem estar apavorados com a nova tecnologia. E com razão, afinal quem tem celular no **, tem medo.

Fonte: Telegraph

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