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Agora vai! Oculus não vai barrar conteúdo pr0n

Agora dá para dizer que o Oculus Rift será um sucesso: Palmer Luckey afirma que conteúdo pr0n não será barrado no óculos de realidade virtual

20/05/2015 às 13:31

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Eis uma verdade do universo: algumas tecnologias só pegaram no tranco, fizeram sucesso quando abraçaram o mercado do entretenimento adulto. Foi assim com o VHS, que ganhou a briga com o Betamax. Com o Blu-ray foi a mesma coisa, a puritana Sony teve que abaixar a cabeça quando percebeu que a Toshiba a atropelaria com o HD-DVD.

Corta para hoje. Temos o Google Glass (que ensaia se tornar real) e o Oculus Rift, duas plataformas de consumo de mídia e realidade virtual que obviamente já foram exploradas por desenvolvedores a fim de introduzir conteúdo pr0n. Só que se por um lado o Google não quer saber de nada mais erótico que um tornozelo em seu gadget, a Oculus não está preocupada com o tipo de atrações que o Rift tenha.

Durante conferência na segunda-feira em San Jose, na Califórnia o fundador da Oculus Palmer Luckey foi questionado se a empresa faria qualquer restrição a apps e mídias adultas no Rift, o que poderia diminuir o interesse de muita gente em adquirir um. A resposta foi simples e direta:

O Oculus Rift é uma plataforma aberta. Nós não controlamos que tipo de software irá rodar nele e isso é incrível.”

O que isso significa? Que se depender da Oculus os desenvolvedores poderão criar e distribuir filmes pr0n POV, games eróticos e o que mais sua imaginação pervertida permitir, que a empresa não meterá o bedelho. Isso pode ser vital para aumentar a popularidade do acessório, que sabemos não será barato.

O grande problema é que hoje a Oculus pertence ao Facebook, e sabemos que Zuck tem certos problemas com peitos e cotovelos, mas não acha nada de errado vídeos de mulheres sendo decapitadas. Seria possível que os grandões que hoje mandam na startup deixariam pr0n passar de boa no Rift?

Se o Facebook for minimamente esperto vão deixar essa passar, até para maximizar a presença do Rift entre seus usuários. O pior que pode acontecer para o consumidor é, caso o conteúdo adulto seja realmente liberado é lidar com um monte de ads durante a diversão, sem mencionar que a rede social vai absorver todas as suas preferências sexuais. Mas aí não quer dizer nada, o Google já sabe de tudo mesmo…

Fonte: Variety.

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