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Alemanha aplica um 7 × 1 na Impressão 3D

Não é que eles tenham que ser melhores em tudo, os alemães apenas preferem assim. Por isso todo o hype das impressoras 3D foi melhorado por eles, unindo a velocidade da tecnologia de estratificação a laser com o acabamento dos tornos CNC. E a velocidade do Schumacher.

05/03/2015 às 19:03

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Um velho anúncio da BMW falava: Não é à toa que a maioria dos cientistas de foguetes são alemães. É verdade. A precisão, a eficiência e a otimização dos alemães é quase germânica. Eles não aceitam solução pela metade. O trabalhador alemão tem uma jornada média de 35 horas semanais, 24 dias de férias remuneradas e consegue ser o 4º PIB do mundo.

É natural que eles não fiquem satisfeitos com soluções meia-boca como as impressoras 3D, que têm seu uso mas ainda estão na infância. Parafraseando este artigo, as impressoras 3D estão em resolução de Atari. Nós queremos Crysis.

A manufatura 3D séria, industrial demanda extrema precisão, por isso é feita por máquinas CNC que custam fortunas. Elas funcionam da forma inversa das impressoras 3D. Removem material de um bloco sólido até obter a peça desejada.

A DMG Mori resolveu isso com a LASERTEC 65 3D, máquina híbrida que possui uma cabeça a laser para impressão 3D. Ela pulveriza um jato de pó metálico, o laser de 2 kW derrete o metal, formando uma camada, e o objeto é aos poucos montado, igual às impressoras que usam lasers e prástico. Ou foto-polímero se você quiser.

Quando é necessário acabamento ou outras partes da manufatura que o laser não é adequado, a máquina troca a cabeça por uma de usinagem CNC tradicional. Ela é 10x mais rápida que uma impressora 3D metálica convencional e bem mais precisa. Consegue criar objetos com paredes de 5 mm a 0,1 mm de espessura.

Veja que beleza:

DMG MORI SEIKI Media — ALL IN 1: Laser Deposition Welding and Milling

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