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Em Defesa dos chaveiros hipsters modernosos

Está na moda empresas anunciarem chaveiros modernosos, cheios de frufru, mas será que algo tão simples quanto um chaveiro precisa ser “modernizado”? Não é só espetar as chaves, jogar no bolso e seguir a vida? Incrivelmente há um ponto importante onde esses chaveiros do futuro podem ser realmente úteis…

09/10/2014 às 19:43

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Uma das primeiras tecnologias desenvolvidas pelo Homem, a combinação chave/fechadura vem pelo menos desde o Império Assírio. Milênios depois, não há indicações de que vá desaparecer tão cedo.

Soluções de biometria exigem uma fonte de energia, e no final a fechadura mecânica continua existindo, como backup. Chaves não são infalíveis, podem ser hackeadas, copiadas, mas como toda solução ideal, ela não é perfeita — isso é impossível — ela é boa o suficiente.

Antigamente era tranquilo, chaveiro no bolso, pé na estrada. Com o advento dos celulares isso não mudou muito, no máximo você enfiava um Nokia 3320 no bolso com as chaves e no final do dia elas estavam todas arranhadas, mas algo inesperado aconteceu: os celulares começaram a crescer, depois de diminuir e diminuir.

Quando tínhamos telas pequenas e/ou celulares clamshell como o V3, os riscos de dano eram mínimos, mas com os E71, nGage, iPhones e Palms surgindo, chaves e telas começaram a se digladiar em nossos bolsos, o que é muito menos erótico e muito mais danoso do que parece.

Começou a longa briga entre chaves e telas Safira, Gorila, o escambau. Hoje em dia a gente se preocupa em que bolso está levando cada coisa. Pendrives, brinquedinhos e adereços se tornam armas mortais vandalizando as telas.

Eis que surgem os chaveiros modernosos, como o KeyPort:

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Outra opção é o Keydisk 2, um projeto no Kickstarter que custa US$ 19,00 e comporta até 9 chaves. Feito de alumínio anodizado, é grande o bastante pra você não perder fácil mas ainda pequeno o suficiente para caber no bolso:

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Há até quem opte por uma solução bem mais tradicional. Pode ser um chaveiro de couro…

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Ou o vitorioso formato de canivete suíço:

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Meu chaveiro hoje contém uma lanterna, um amuleto judaico (não perguntem), uma fonte de antimatéria (sério) e cinco chaves. No bolso todos se tornam armas terríveis com o único objetivo de destruir a tela do celular. Se você vive situação semelhante, é hora de repensar suas opções de chaveiro. Eu farei o mesmo.

P.S.: ok, ISSO é grosseria:

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Fonte: JFN.

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