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Peter Moore fala sobre os 15 anos do Dreamcast

Para comemorar os 15 anos do lançamento do Dreamcast, Peter Moore publica uma bela homenagem em sua conta no Twitter e nos faz pensar em como estaria a indústria se o destino do console tivesse sido diferente.

09/09/2014 às 10:06

dreamcast

No dia 9 de setembro de 1999, portanto há exatos 15 anos, chegava nas lojas norte-americanas o Dreamcast, console que se tornaria tão amado por vários jogadores e que pouco depois saberíamos que seria o último produzido pela Sega.

Para mostrar toda a gratidão por ter ajudado no lançamento do videogame, o então presidente da Sega America, hoje COO da Electronic Arts, Peter Moore usou sua conta no Twitter para prestar uma bela homenagem ao lendário Dreamcast e gostaria de reproduzir alguns trechos por aqui.

Certamente não parece que se passaram 15 anos desde que este inovador console inaugurou a era dos jogos online, apesar do seu modem de 56K, e assim, mudou a cara do entretenimento interativo para sempre.

Eu não acho que seja um exagero dizer que o Dreamcast e sua rede online fundou a base para o que todos nós temos hoje: partidas online, interligando inúmeros gamers ao redor do mundo para jogar, competir e colaborar, assim como permitir que novo conteúdo seja entregue em adição a aquilo que foi entregue no disco.

dreamcast2 Moore também aproveitou para lamentar o insucesso do console, dizendo que embora ele e seus ex-funcionários se encontrem de tempos em tempos, só pode imaginar as histórias que poderiam ter vivido juntos caso o Dreamcast tivesse um destino diferente, algo que infelizmente nunca saberemos.

Talvez isso aconteça por puro saudosismo ou por achar que aquele aparelho ainda tinha muito a oferecer, mas a verdade é que vez ou outra me pego pensando que o Dreamcast foi o melhor console já criado e não digo isso por causa dos belos gráficos que ele podia exibir, pela conexão com a internet ou pelo seu ótimo controle, mas sim porque proporcionalmente, acho que nenhum videogame teve tantos jogos tão espetaculares.

O estranho é que embora hoje deveria ser uma data para todos os fãs daquele saudoso console e da própria Sega comemorar, fica muito mais o gosto amargo da saudade e as especulações sobre como estaria a indústria atualmente caso a empresa japonesa não tivesse se tornado apenas uma desenvolvedora/editora de jogos.

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