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Surgem novas informações da segunda geração do Moto X

Especificações do que pode vir a ser o Moto X+1 voltam a aparecer e sugerem que ele virá com SoC Snapdragon 801, display Full HD de 5,2″ e 2 GB de RAM

18/08/2014 às 12:33

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A Motorola já disparou convites para o que pode ser o lançamento de seu mais novo top de linha (detalhe: o anúncio será global, o principal será em Chicago mas o MeioBit também foi notificado sobre um evento em São Paulo), o por enquanto conhecido como Moto X+1 (espera-se também o lançamento do Moto 360 e o provável G2). Algumas informações sobre ele já andaram vazando, e agora o GFXBench trouxe detalhes do que ele trará de novidade.

Em 2013, a Motorola preferiu investir em um hardware que funcionasse de acordo com a proposta de ser um smartphone bom, mas acessível. Hoje há entretanto a possibilidade que ele de fato conte com um processador mais recente, para que o aparelho se equipare com seus rivais. Quando o Moto X foi lançado, enquanto seus concorrentes utilizavam o Snapdragon 800 da Qualcomm, ele veio equipado com um S4 Pro.

Agora ele viria a utilizar o preferido de 2013, porém o clock não bate: o benchmark aponta velocidades de 2,5 GHz, o que em teoria significa que o processador na verdade é o mais recente Snapdragon 801, presente no Galaxy S5. Já a RAM seria de 2 GB e o display, um Full HD de 5,2 polegadas (nada de Quad HD). A câmera de 12 megapixels seria plenamente capaz de filmar em 4K, enquanto a frontal de 2 MP capturaria vídeos em 1080p.

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Como a Motorola prometeu que ambas as novas gerações de seus dispositivos mais recentes contarão com uma versão do Android quase pura, era de se esperar que o aparelho viesse de fato com a versão 4.4.4 KitKat, que parece ser o caso. Isso se deve ao fato que a Lenovo não vai meter o bedelho no desenvolvimento dos dispositivos de sua mais recente aquisição, trabalhando em três frentes distintas: dispositivos mobile com brands da empresa chinesa, da própria Motorola e uma terceira linha conjunta.

Como a data de lançamento está bem próxima, só resta esperar para ver o que a ex-subsidiária do Google fará com seus smartphones, já que a linha de 2013 foi excepcional.

Fonte: GFXB.

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