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Xboxes continuarão exigindo assinatura da Live para jogarmos MMOs e F2Ps

Após revelar que serviços como o Netflix estarão disponíveis mesmo para quem não for assinante da Live, Microsoft frustra os interessados em MMOs e jogos free-to-play ao dizer que novidade não valerá para esses games.

14/05/2014 às 10:00

warface

Ontem ficamos sabendo que a Microsoft passará a vender o Xbox One sem o Kinect e junto com o anúncio veio outra novidade que há muito era esperada por várias pessoas, que é o fim da exigência de sermos assinantes da Xbox Live para aproveitarmos alguns aplicativos, entre eles o Netflix.

Eu sempre estive do lado daqueles que consideravam um absurdo isso, afinal já pagamos para acessar o serviço, mas se você achava que esse afrouxamento nas regras poderia valer também para alguns tipos de jogos, infelizmente a notícia não é nada boa.

Quem falou sobre a amarra foi Phil Spencer, o cara por trás da divisão Xbox, que afirmou que por enquanto a empresa não mudou a política para os MMOs e jogos free-to-play, e que o motivo para isso é que existem “restrições de engenharia, restrições políticas e restrições de parceria” para alguns jogos, o que faz com que a decisão não recaia apenas sobre os ombros da Microsoft.

Ao falar sobre parcerias, a sensação que tenho é de que a empresa quer receber uma parte da mensalidade ou dos ganhos obtidos pelas desenvolvedoras, pois me parece óbvio que qualquer estúdio adoraria ter seus jogos sendo levados para o maior número possível de pessoas e não apenas para quem é assinante da Live, o que me faz crer que apenas um bom motivo ($) as levaria a mostrar alguma resistência.

Portanto, a menos que a Microsoft mude de ideia (o que tem acontecido bastante ultimamente), todos que quiserem jogar títulos gratuitos como Happy Wars, Warface e World of Tanks terão que, obrigatoriamente, ser assinantes da rede online e o caso se torna ainda pior quando se trata do The Elder Scrolls Online, que ainda cobrará uma mensalidade para termos acesso aos seus servidores.

Quando se trata de títulos “comuns”, no fundo não considero a cobrança injusta, mas nestes casos acho que a Microsoft deveria abrir uma exceção, ainda mais no caso dos F2P, onde a quantidade de jogadores está diretamente ligada ao seu desempenho comercial.

Fonte: Joystiq.

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