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Wargaming ainda está receosa quanto ao Oculus Rift

Para CEO da Wargaming, produtos como o Oculus Rift são serão interessantes para quem cria jogos gratuitos quando mais de cinco milhões de unidades tiverem sido vendidas.

11/04/2014 às 8:30

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O Oculus Rift e a realidade virtual podem estar sendo apontados por alguns como os grandes prováveis divisores de água da indústria de games, mas enquanto a tecnologia não começa a ganhar os lares, algumas empresas estão preferindo olhar para a novidade com uma certa desconfiança, como é o caso da Wargaming.

Criadores do World of Tanks, um dos MMOs mais populares do planeta, eles foram questionados sobre a possibilidade de levar o jogo para novas plataformas e a resposta de Victor Kislyi, CEO do estúdio, mostrou que a decisão não é tão simples assim.

Se for algo grande, nós estaremos lá. Para um jogo free-to-play, entre cinco e dez milhões é uma boa base instalada. Então, se o Xbox One e o Ouclus Rift atingirem esses números, estaremos lá.

Segundo Kislyi, o motivo para eles só se interessarem na tecnologia ou em um novo console após terem vendido tanto, é por causa da pequena proporção de pessoas que costumam gastar dinheiro em jogos gratuitos, o que no caso do WoT está na casa de 25%.

Pelo ponto de vista financeiro, todo esse receio em apostar na realidade virtual faz sentido, mas também mostra que as desenvolvedoras ainda não tem tanta certeza de que acessórios como o Oculus Rift se tornarão tão populares, o que fica ainda mais claro quando vemos que uma companhia como a Ubisoft, uma das que mais investem em novas plataformas, ainda não está interessada no negócio.

Fonte: CVG.

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