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Estudantes criam RoboCop 0.01 alpha

Um grupo de estudantes de uma Universidade da Flórida resolveu começar um projeto ambicioso: usando um robô, softwares de telepresença e um Oculus Rift criaram um protótipo de um robô policial. A idéia é ótima para ajudar policiais tirados de serviço por causa de ferimentos, mas a regra é clara: antes de construir o RoboCop você deve criar a OCP.

28/02/2014 às 19:05

hammeroid

No novo RoboCop a OCP tem uma divisão que faz pesquisas na área de reabilitação, criando próteses que são pura ficção científica, estão inimaginavelmente distantes no futuro, eu diria uns… 8 anos. Veteranos de guerra estão entre os maiores beneficiados com essa tecnologia, e o próprio RoboCop é vendido como uma forma de colocar de volta na rua os policiais feridos no cumprimento do dever.

Isso vai além do conceito de prótese que quebra o galho e permite que o cara leve uma aposentadoria sem se sentir inválido. Já há soldados que voltaram a servir com pernas mecânicas de titânio e fibra de carbono, mas a idéia é ir muito além disso. Se há algo que um robô não substitui é a expertise e o conhecimento de um policial veterano. Imagine poder manter no serviço, fora de papéis burocráticos, policiais assim.

É a proposta de um grupo de estudantes da Florida International University. O projeto começou com uma doação de US$ 20 mil, da parte do Tenente-Comandante da Marinha Jeremy Robins, um veterano que cansou de ver bons soldados incapazes de compartilhar sua exeriência por causa de lesões de combate.

Em 18 meses, com doações de materiais de outros laboratórios de robótica, os estudantes criaram um prótótipo de 2 m de altura chamado Hutch. Ele tem dois braços articulados, uma cabeça com visão binocular e é controlado remotamente através de uma série de sensores e um Oculus Rift, veja:

Claro, Hutch dificilmente será usado em condições reais, ele é uma ferramenta de estudo, mas não duvido que seus descendentes vão policiar as ruas, fazer cirurgias em frentes de batalha, resgatar pessoas em desabamento, apagar incêndios em plataformas e muitas outras áreas extremamente perigosas mas que se beneficiariam imensamente de experiência humana.

Talvez todo o temor de drones autônomos seja desnecessário, pois um humano experiente comandando o robô acaba sendo muito mais interessante para todos os envolvidos. Menos os criminosos.

Fonte: SH.

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