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Gone Home, BioShock e System Shock fazem parte de um mesmo universo

Fundador da The Fullbright Company revela que Gone Home, BioShock e System Shock fazem parte do mesmo universo e revela os detalhes que ligam os três jogos.

23/01/2014 às 10:00

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Recentemente terminei o Gone Home e embora ainda esteja tentando absorver tudo aquilo que me foi passado na criação da The Fullbright Company, posso dizer que gostei da maneira como contaram a história. Típico caso de obra que toca as pessoas de maneiras diferentes, qual foi minha surpresa ao saber que o jogo se passa no mesmo universo de dois outros games muito adorados, o BioShock e o System Shock.

Quem revelou esse detalhe foi Steve Gaynor, co-fundador do estúdio responsável pela história interativa, que assim como as outras pessoas que criaram a desenvolvedora, veio da 2K Games e começa aí o fio que liga essas três obras.

No [DLC para o BioShock 2] Minerva’s Den existe o primeiro videogame do mundo, em teoria, porque há um videogame lá e o jogo se passa na década de 50 ou algo assim. Ele se chama Spitfire,” declarou o game designer. “Não sei se você o encontrou enquanto jogava, mas era algo parecido com o Asteroids. É jogável… No Gone Home queríamos fazer cartuchos de Super Nintendo para colocarmos no jogo, então um deles se chama Super Spitfire e a editora é a CMP Interactive, que representa [o protagonista do DLC] Charles Milton Porter, porque ele sobreviveu e voltou para a superfície.

Gaynor explicou então que o personagem teria fundado sua própria companhia de computação, para depois licenciar a franquia para uma desenvolvedora japonesa e a cosia fica mais interessante quando ele chama a atenção para o logo da companhia área em que a protagonista do Gone Home viajou, o mesma que aparece no avião caído no início do BioShock.

Quanto ao System Shock, a ligação é um pouco menos evidente e até certo ponto questionável, podendo ser vista no computador apelidado de The Thinker no Minerva’s Den. O nome real da máquina é RODIN (Rapture Operational Data Interpreter Network), assim como o autor da estátua O Pensador e a mesma técnica foi utilizada na nomeação da inteligência artificial do antecessor do BioShock, a SHODAN (Sentient Hyper Optimized Data Access Network), sugerindo que as máquinas fazem parte de uma mesma linhagem.

Segundo Steve Gaynor, todas essas ligações foram feitas de forma não intencional e ele fez questão de dizer que aquilo que vivemos no Gone Home faz parte do mundo real, algo que deverá se repetir em seus futuros lançamentos, mas depois de minha cabeça ter explodido com essas informações, espero que eles continuem utilizando esses pequenos detalhes que tanto incrementam a experiência.

Fonte: IGN.

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