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Katy Perry cancela Google Alerts (calma, não viramos o Ego)

Katy Perry cancela Google Alerts e, por incrível que pareça, isso tem mais a ver com o Meio Bit do que com o Ego. Clique e confira como o crowdsourcing funciona muito melhor que buscas e alertas.

05/01/2014 às 12:30

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A Katy Perry é minha cantora preferida. Conheço todos os seus videoclipes de cor, saberia até as letras, se tirasse do mute, mas, além das qualidades evidentes e que saltam aos olhos, ela tem outras, como não se meter em escândalos, bobagens e querer pagar de rebeldinha. É Miley, estou olhando pra você.

Claro, como toda figura da mídia, ela está sujeita a fofocas e calúnias. Muitos sites até espalham cruelmente que ela namorou o Russel Brand. Não importa que seja um fato, ainda é algo cruel demais pra se dizer sobre alguém.

Essa fofoca toda faz com que ela acompanhe na internet o que é comentado sobre sua vida e carreira, mas isso pelo visto a cansou. Katy Perry declarou recentemente que a imagem pública que transmite é muito superficial, então não faz sentido se preocupar com o que falam dela. Faz sentido, quem não gosta de você vai encher o saco não importa o que você faça, então não vale a pena perder tempo se explicando.

Ela também disse que tinha vários Alertas do Google pesquisando seu nome e variações, mas cancelou todos. Isso faz mais sentido ainda.

A menos que você tenha um nome bem incomum, tipo Proinsias Cassidy, um Google Alert vai trazer toneladas de alarmes falsos. O Google não tem semancol, não consegue contextualizar o suficiente, matérias sobre o cenário pop que não mencionem diretamente seu nome passam em branco.

Buscas por palavras-chave são a forma mais rasteira de pesquisa, nossos sites de busca trazem o que pedimos que busquem, não o que queremos que busquem. Katy Perry tem uma ferramenta muito mais poderosa que o Google Alerts: os fãs.

Milhões de humanos que admiram e protegem a cantora, se testemunharem em qualquer lugar obscuro da Internet alguém falando mal dela, vão repassar a informação. Se for algo realmente danoso, será replicado e acabará chegando à Katy Perry ou a alguém que tenha acesso a seus ouvidos.

Em tempos de Data Mining, Big Data e outras buzzwords, vemos um excelente exemplo de crowdsourcing espontâneo. E não funciona só pra Katy Perry. Qualquer um que tenha amigos online participa dessa enorme rede virtual de monitoração de informação. Para inveja da NSA, todo mundo tem uma rede de espionagem própria, com filtro e semancol. Portanto não é preciso perder tempo procurando sarna pra se coçar, se for uma sarna boa mesmo, ela encontra você.

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