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Conheça o novo dono da maior coleção de games do mundo

Americano Michael Thomasson é o mais novo recordista do Guinness Book, com uma coleção de videogames com 11 mil itens

26/12/2013 às 13:05

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Como o Dori vira e mexe afirma, o ato de colecionar games às vezes vai muito além da simples vontade de ter tudo de uma determinada franquia ou sistema, ou no caso de muitos verdadeiramente aficionados, simplesmente possuir tudo relacionado à indústria. Eu mesmo ensaio há anos iniciar uma coleção relativa ao Mega Man, mas nunca a coloquei em prática devido restrições orçamentárias e principalmente, de espaço físico.

Por isso eu fiquei verdadeiramente impressionado com o mais novo recordista do Guinness Book. Michael Thomasson, um homem de 43 anos da cidade de Buffalo, Nova York é o dono da maior coleção de videogames do mundo com um acervo de impressionantes 10.607 itens (segundo a publicação), entre inúmeros consoles e sistemas. Mais impressionante é o fato de se tratar de sua TERCEIRA coleção e que desde a contagem oficial ele já expandiu o acervo para 11 mil itens. Ele superou com folga o recordista anterior, que entrou no livro em 2010 com uma coleção de 8.616 jogos.

Thomasson conta que o primeiro jogo que ganhou foi Cosmic Avenger, para o ColecoVision. Entretanto ele ganhou primeiro o game, e teve que esperar um ano inteiro até que ganhasse o console e conseguisse finalmente jogar. Isso, ele conta, despertou nele a vontade quase incontrolável de possuir o maior número de cartuchos possível, que acbou evoluindo para um acervo de consoles e jogos, entre populares e bem obscuros.

Entre os itens mais curiosos destaca-se o desconhecido Casio Loopy, um videogame de 32 bits lançado em 1995 que foi exclusivamente direcionado para o público feminino japonês, além da grande mancha negra no passado da Apple chamada Pippin, que Jobs assim que voltou pra empresa jogou no colo da Bandai e os mandou se virarem, encerrando a parceria. Thomasson brinca, dizendo que o Pippin "é o console menos divertido da coleção; todos os games dele são terríveis". Entretanto o seu xodó ainda é o ColecoVision.

ColecoVision, o xodó de Michael Thomasson

O mais curioso nessa história é que esta é a terceira coleção de Thomasson: a primeira ele vendeu em 1989 para comprar um Mega Drive, e a segunda dançou em 1998 quando ele se casou. Ele conta que sua esposa sabia onde estava se metendo, portanto era óbvio que ele começaria tudo de novo. Ele conta que compra uma média de dois jogos por dia, e seus gastos com videogames chegam a US$ 3 mil/ano.

Thomasson estima que sua coleção valha entre 700 e 800 mil dólares e dessa vez não pensa em se desfazer dela, apesar que não pode usufruir tanto de seus jogos como gostaria: pai de uma garotinha de cinco anos, ele trabalha como designer de games e leciona sobre a história dos videogames numa escola de Buffalo. "Eu provavelmente passo três horas jogando por semana, se tiver sorte". Nem tudo é perfeito.

Fonte: HP.

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