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O computador mais rápido do mundo é chinês, novamente

A lista dos Top 500 foi lançada essa semana, e o Tihane-2, desenvolvido na Universidade de Tecnologia de Defesa Nacional da China, foi o mais rápido, atingindo velocidades de 33,86 petaflop/s (quadrilhões de cálculos em ponto flutuante por segundo) no Linpack Benchmark.

22/11/2013 às 17:45

Supercomputador

O supercomputador chinês Tihane-2 ainda encabeça a lista de computadores mais potentes do mundo.

A lista dos Top 500 foi lançada essa semana, e o Tihane-2, desenvolvido na Universidade de Tecnologia de Defesa Nacional da China, foi o mais rápido, atingindo velocidades de 33,86 petaflop/s (quadrilhões de cálculos em ponto flutuante por segundo) no Linpack Benchmark.

Recentemente ele ultrapassou o atual segundo colocado, o Titan, localizado nos Estados Unidos, no ranking divulgado em junho passado.

Dessa vez o Titan atingiu 17,59 Pflop/s. O terceiro colocado perdeu por uma cabeça, com 17,17.

Mesmo com a liderança chinesa, os Estados Unidos ainda lideram o ranking no número de supercomputadores, com 265 dos top 500. A China, no entanto, superou o Japão e é atualmente a segunda colocada.

Tihane-2 Tihane-2, o supercomputador número um no mundo.

O único novato a figurar no top 10 foi o Piz Daint, baseado no sistema Cray XC30 e instalado no Centro de Supercomputação Nacional da Suíça, em Lugano. Com 6,27 Pflop/s de capacidade, é o sistema mais potente da Europa atualmente.

82,4 % dos computadores utilizam processadores da Intel. 53 máquinas utilizam tecnologia de co-processamento, desses 28 utilizam chips da nVidia, dois usam ATI Radeon e 13 da Mic Technology.

A lista dos Top 500 começou em 1993. Ela é compilada por Hans Meuer, da Universidade de Mannheim, na Alemanha, Erich Strohmaier e Horst Simon, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, e Jack Dongarra da Universidade do Tennessee.

Uma novidade que promete mudanças nessa lista é o crescimento de sistemas de código aberto. Plataformas como a Hadoop distribuem o processamento em um número grande de servidores com poder individual menor, ao invés de uma máquina com muitos processadores.

Fonte: Wired.

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