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Produtora do Journey defende jogos focados nos sentimentos

Para produtora do Journey, game designer deveriam pensar no sentimento que querem passar com suas criações, para só depois focar na mecânica que será utilizada.

01/11/2013 às 14:30

journey

É relativamente comum vermos discussões sobre o desenvolvimento de games em relação a eles focarem na jogabilidade ou no enredo, mas para a produtora do Journey e co-fundadora da Funomena, Robin Hunicke, o ideal seria que os desenvolvedores também pensassem nos sentimentos que suas criações querem passar.

Ao invés de pensar em nosso jogos pensando na mecânica primeiro, pense na estética. Pense no sentimento que você quer levar aos jogadores. Eu acredito que se você começar com a estética e então seguir para a mecânica através de dinâmicas, poderá criar um jogo bem sucedido.

Tal opinião pode até ser considerada um tanto abstrata, mas a moça cita como exemplo a sensação de descoberta que temos ao jogar o Minecraft, algo que nos faz desejar compartilhar esse sentimento com outros e por isso o jogo é tão adorado.

De fato, uma das coisas que mais escuto das pessoas que jogaram o Journey é o quão marcante a experiência foi, mesmo que sua mecânica não seja muito complexa e durante toda a aventura não troquemos uma palavra com as pessoas que nos acompanham, além de todo o enredo ser bastante subjetivo.

Isso não significa porém que um Super Mario ou um Call of Duty precise ter como objetivo principal nos tocar, mas se um número maior de game designers puderem seguir este caminho, acho que não serei o único a ficar muito feliz em ver mais jogos emocionantes.

Fonte: GamesIndustry.

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