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F2P não é garantia de sucesso, diz produtor do Wildstar

Para executivo da Carbine Studios, transformar um jogo em Free-to-Play não é garantia de que ele fará sucesso.

26/09/2013 às 16:00

wildstar

Um dos conceitos que mais se alastraram pela indústria nos últimos anos foi que basta um MMO se tornar gratuito para que o sucesso esteja garantido. Porém, na opinião de Jeremy Gaffney, produtor do WildStar, MMO em desenvolvimento pela Carbine Studios, é preciso tomar cuidado ao arriscar-se por este caminho.

Há uma variável com o jogador, porque você não sabe se será sugado a ponto de gastar US$ 1.000 por mês, já que algumas pessoas fazem isso. Como editora, é um ato de malabarismo, porque a maioria dos jogos que tenho visto acabaram voltando ao ponto onde um ou dois por cento dos jogadores pagam US$ 100 ou mais por mês e são na verdade os que bancam a maioria dos jogadores, o que significa que 70 - 80% jogam completamente de graça.

Gaffney também afirmou que na maioria das vezes as pessoas que não pagam para jogar acabam tendo uma experiência diferente daqueles que gastam, além de ter feito uma comparação entre o City of Heroes e o Guild Wars, pois se o primeiro tem cerca de 200 mil que pagam US$ 15 para jogar todos os meses, o segundo teria que vender cerca de seis milhões de cópias para ter um faturamento semelhante, já que nele não existe cobrança de mensalidade.

Talvez eu pense desta maneira por não ser um grande fã dos MMOs, mas a verdade é que nunca consegui gostar da ideia de pagar por mês para jogar e como ultimamente tenho olhado com um pouco de ceticismo para os Free-to-Play, sinto que o melhor modelo de distribuição é mesmo o adotado pela série Guild Wars, onde pagamos apenas uma vez pelo título e temos acesso a tudo o que ele tem a oferecer.

Fonte: PCGamesN.

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