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Jovem resolve problema de vício em internet: cortando a mão.

Ok, talvez seja um pouco de exagero, mas um estudante chinês achou a cura pro vício em internet: pegou uma faca de cozinha e decepou a mão. Ainda bem que ele não era viciado na Nobre Arte de Onan.

5 anos e meio atrás

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Ocorre um fenômeno interessante no oriente: existe e é levado a sério o “vício em internet”, a ponto de Japão, Pior Coréia e China terem campos de reabilitação para viciados. Na China seriam 250 desses centros de tratamento.

Nada disso ajudou um guri de 19 anos conhecido como “Pequeno Wong”, da cidade de Nantong, China. Talvez o pior entre os 24 milhões de viciados em internet no país, um belo dia ele escreveu um recado para a mãe:

Vou para o hospital por um tempo, não se preocupe, de noite eu volto.”

Feito isso o Pequeno Wang foi até a cozinha, pegou uma faca e decepou a mão direita na altura do pulso. Em seguida ele chamou um táxi, provavelmente com a mão direita, e foi para o hospital.

Conseguiram pegar a mão de volta e reimplantaram, mas não há garantia de que ele vá conseguir todos os movimentos e sensibilidade de volta, então recomenda-se que antes que o Pequeno Wang brinque com o Wang menor ainda, treine com uma salsicha.

Não há discussão que alguém possa se viciar em internet. As pessoas se viciam em qualquer coisa, até BBB. Arthur Clarke falava de vício em videogames antes de sua invenção, e este é um dos raros casos onde devemos culpar a vítima. A mente do viciado precisa do estímulo, venha ele de onde vier. Se não for Warcraft, vai ser séries de TV, Facebook, Cachaça ou chaveiros.

Focar no objeto do vício inicia um jogo de gato e rato onde o viciado vai achar outra coisa pra se viciar, por isso o sujeito larga o cigarro e vai pra cerveja, larga a cerveja e vai pra maconha, larga a maconha e vai pra igreja.

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Sim, os mecanismos de endorfina/serotonina/dopamina são os mesmos em todos os casos. O ex-viciado em geral é o fiel mais fervoroso, ele está tendo a sua dose diária de neurotransmissores, vindos da cerimônia coletiva, da emoção de dar depoimento.

Esporte tem o mesmo efeito, a diferença é que o Chato do Whey™ fala muito e o corredor/jogador/saltador é mais calado, mas ambos vivem pela descarga de dopamina.

Em vez de demonizar a internet, o RPG, o Teatro Infantil, a Cachaça OU o viciado, talvez fosse muito mais produtivo estudar formas de direcionar o vício. Eu mesmo depois que descobri a cerveja nunca mais me arrisquei jogando bola.

Fonte: Telegraph.

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