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E continua a perseguição do Facebook aos índios americanos

E o Facebook fez de novo. Tinham prometido pegar leve com os índios, mas se nem no Governo dos EUA eles podem confiar, que dirá no Mark. Resultado? A história de que não baniriam mais nativos que ousavam criar perfis com seus nomes verdadeiros mas diferentes era caô.

5 anos e meio atrás

washington-redskins

Ano passado contamos do mico do Facebook apagando perfis e páginas de índios americanos, alegando que não usavam nomes verdadeiros, o que ia de encontro às normas do site. Tirando a ironia de um estagiário revisador de listas em Bangalore chamado Apu Nahasapeemapetilon achar que Flecha Ligeira é um nome esquisito, o ato em si é uma enorme falta de respeito.

O Facebook na época pediu desculpas, disse que ia adestrar os estagiários, mas pelo visto não fizeram nada. Agora uma tal de Dana Morro Solitário descobriu que foi banida do site. Ela é de origem Lakota, mas isso não interessa pro Mark.

Dana enviou documentação provando que aquele era o nome verdadeiro dela, mas o Facebook não aceitou, disseram que o nome não se enquadra no conceito de “nome autêntico”, que já é um relaxamento das exigências, criado para se adequar a Drag Queens, Transexuais e médicos que não gostam de ser chamados de Shirley.

Ou seja: na lógica do Facebook se uma Drag Queen se chama Aninha Hecatombe, tudo bem, é “nome autêntico”, mas “Touro Sentado” ou “Flecha Ligeira”, não.

Só posso imaginar que como Drag Queens costumam ser bem exuberantes em suas fotos, os 3 neurônios dos estagiários fazem a associação e liberam o nome. Sendo assim, melhor do que esperar respeito e bom-senso por parte do Facebook, deixo a sugestão aos índios americanos e seus descendentes: troquem a foto do avatar por uma mais condizente com a imagem que o Facebook espera que vocês tenham.

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Fonte: EG.

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