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Kindle Paperwhite — MB Review #5: luz mais brilhante e melhor resolução para uma leitura mais confortável

O MB Review testou o Kindle Paperwhite, um leitor de e-books da Amazon com tela de 6 polegadas e uma ótima resolução, com densidade de 300 pontos por polegada. Com a nova resolução e o brilho melhorado, a leitura fica mais confortável. A mudança de página também ficou mais rápida, o que facilita a vida dos leitores.

02/09/2015 às 9:01

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O MB Review testou o Kindle Paperwhite, um leitor de e-books com tela de 6 polegadas e uma resolução de 1.430 × 1.080 pixels, com o dobro de pixels do modelo anterior (segundo a Amazon). O resultado é que a densidade de pixels de 300 pontos por polegada é realmente excelente, e fica praticamente impossível perceber algum defeito na tipologia.

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O brilho da tela também foi muito melhorado e dá plenamente conta do recado para ler embaixo do sol mais inclemente, embora não seja tão alto quanto brilho do Kindle Voyage, o topo de linha da Amazon que também pretendemos testar em breve.

Assista ao vídeo abaixo e leia o review completo na sequência.

Kindle Paperwhite — MB Review #5: luz mais brilhante e melhor resolução para uma leitura confortável

O companheiro perfeito de viagens

Com apenas 9,1 mm de espessura e bem leve, o Kindle Paperwhite é um companheiro perfeito de viagens para quem gosta de ler. A versão que testamos foi a Wi-Fi, que eu recomendo. A diferença de peso entre eles não é tanta (206 gramas do Wi-Fi contra os 215 da versão 3G), mas como é algo que você vai usar no dia a dia, eu escolheria o Kindle mais leve.

A luminosidade também é levemente mais amarela, o que a longo prazo parece ser mais confortável para os olhos, mas é realmente um detalhe, difícil de perceber. A mudança de página é muito mais rápida, e isto sim facilita e muito na imersão do leitor em seu livro. Na parte de trás, o nome Kindle dá espaço um Amazon gigante. A traseira em borracha, assim como nos modelos anteriores, é bem escorregadia, assim o uso de um case é recomendável.

Bateria

Ao lado da tela, a bateria é um dos pontos altos do Paperwhite, e chega a durar seis semanas em standby, isto com 30 minutos de uso por dia (segundo informações da Amazon). Se você é como eu e lê bem mais do que isto, ela certamente vai durar menos, mas mesmo assim você vai se esquecer de que precisa carregar o Kindle, e quando ele porventura te avisar que a bateria está fraca, ainda vai funcionar por algumas horas antes de você efetivamente tenha que colocá-lo na tomada.

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Novo sistema

O novo sistema do Kindle tem funcionalidades bem interessantes, e se você seleciona uma palavra, pode conferir qual é a sua definição no dicionário ou na Wikipedia e até mesmo traduzir o termo para outra língua, tudo sem sair da janela.

A navegação entre as páginas também ficou bem mais intuitiva, mostrando a página em uma janela no meio, assim você pode navegar para frente e para trás, e quando quiser ir até o ponto, clicar no meio, ou então clicar nas bordas e voltar para o ponto exato no qual você estava lendo originalmente.

A nova fonte padrão é a Bookerly, criada para que o usuário leia mais rápido, “sem forçar os olhos”. Ela não está disponível nas versões anteriores do Kindle, mesmo depois da atualização do sistema.

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Por qual motivo ter um leitor dedicado?

A gente pode ficar horas e horas discutindo aqui se é melhor ler um livro de papel, ou quem sabe até ler no app do Kindle no iPad, iPhone ou em um tablet Android, mas isto é uma questão de gosto pessoal. Eu respeito a opinião de todos, mas pra mim, o melhor é o Kindle, e nos dois casos. Apesar de continuar não lidando bem com PDFs, o Kindle Paperwhite é perfeito para o que se propõe.

A única exceção é quando eu preciso fazer muitas anotações, fora isto, sou mais o Kindle, e por um motivo bem simples, além de não trazer distrações como redes sociais e jogos, a grande vantagem de um leitor de livros dedicado como o Paperwhite é que, com seus 4 GB de capacidade, você tem espaço para guardar uma verdadeira biblioteca no bolso ou na mochila. É libertador poder levar todas as opções que você quer ler com você, e assim no meio de uma viagem de avião para o outro lado do mundo, poder escolher dentre uma vasta seleção de livros qual será o próximo a ser devorado. Na dúvida de qual ler? O Paperwhite tem integração total com a sua conta no Goodreads, assim você pode ver a lista de livros que pretende ler antes de comprá-los.

Já li muito no iPad ou em smartphones com tela grande, mas desde que comprei meu primeiro Paperwhite, prefiro usar ele. Mesmo deixando de lado a questão da bateria, eu não quero a iluminação direta da tela de uma tela OLED ou LCD na minha cara enquanto estou lendo. A iluminação do Kindle não é direta, vem dos lados e é bem mais sutil.

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Preço

O Kindle Paperwhite não custa barato, nem mesmo nos Estados Unidos, onde sai por US$ 119 na versão com anúncios, e US$ 139 pela versão livre deles. No Brasil, o Paperwhite sai por R$ 479 pela versão Wi-Fi, e se você quiser a versão 3G, vai pagar um pouco mais, R$ 699. Não é barato, mas pelo conforto e praticidade que ele oferece, vale e muito.

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